{"id":79135,"date":"2018-03-14T12:33:30","date_gmt":"2018-03-14T12:33:30","guid":{"rendered":"http:\/\/old.adersousa.pt\/?page_id=79135"},"modified":"2018-03-19T17:44:05","modified_gmt":"2018-03-19T17:44:05","slug":"macro-estrategia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/old.adersousa.pt\/dlbc-rural\/eld\/macro-estrategia\/","title":{"rendered":"Macro estrat\u00e9gia"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row gap=&#8221;35&#8243;][vc_column][vc_custom_heading source=&#8221;post_title&#8221; font_container=&#8221;tag:h1|font_size:25|text_align:left|color:%23000000&#8243; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030057178{padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<\/p>\n<blockquote><p>A proposta de macro estrat\u00e9gia para o territ\u00f3rio de incid\u00eancia engloba, em conformidade com as orienta\u00e7\u00f5es do concurso para apresenta\u00e7\u00e3o de candidaturas, a explicita\u00e7\u00e3o dos principais desafios que se colocam \u00e0 regi\u00e3o, os objetivos a prosseguir, as principais \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o de forma a sinalizar os instrumentos financeiros a mobilizar, os contributos para os resultados esperados de forma a evidenciar o impacto antecipado da estrat\u00e9gia proposta e, finalmente, a coer\u00eancia com outros programas com incid\u00eancia no territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>A macro estrat\u00e9gia que seguidamente se apresenta constitui uma resposta integrada aos principais problemas que se colocam ao desenvolvimento local no territ\u00f3rio, constru\u00edda segundo uma abordagem ascendente e estrat\u00e9gica com o envolvimento de uma parceria pertinente que abrange os atores representativos dos diferentes dom\u00ednios de interven\u00e7\u00e3o e que combina os contributos dos instrumentos financeiros dispon\u00edveis &#8211; FEADER, FSE e FEDER.<\/p>\n<p>A elabora\u00e7\u00e3o da macro estrat\u00e9gia obedeceu ao princ\u00edpio da coer\u00eancia, n\u00e3o s\u00f3 no que respeita \u00e0s principais orienta\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e nacionais relativas \u00e0 programa\u00e7\u00e3o dos fundos comunit\u00e1rios para o per\u00edodo 2014-2020 e, em particular \u00e0s estrat\u00e9gias DLBC, mas tamb\u00e9m \u00e0s op\u00e7\u00f5es de desenvolvimento estabelecidas no Programa do Norte 2020, no PDR e no Plano Estrat\u00e9gico de Desenvolvimento Intermunicipal da Comunidade T\u00e2mega e Sousa.[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\n<h3>VIS\u00c3O<\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030527433{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]TERRAS DO SOUSA 2020, um territ\u00f3rio competitivo que promove a integra\u00e7\u00e3o e a harmoniza\u00e7\u00e3o entre as din\u00e2micas urbanas e rurais em favor do desenvolvimento coeso e sustent\u00e1vel das comunidades locais.[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\n<h3>DESAFIOS<\/h3>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030773461{padding-top: 15px !important;}&#8221;]A prossecu\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o coloca um conjunto de desafios de desenvolvimento aos quais a estrat\u00e9gia DLBC deve procurar responder, tais como:[\/vc_column_text][vc_tta_accordion style=&#8221;flat&#8221; shape=&#8221;square&#8221; spacing=&#8221;5&#8243; c_icon=&#8221;chevron&#8221; c_position=&#8221;right&#8221; active_section=&#8221;0&#8243; no_fill=&#8221;true&#8221; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;O desafio da qualifica\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e da articula\u00e7\u00e3o entre o rural e o urbano&#8221; tab_id=&#8221;qualificacao-do-territorio&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030165240{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]Conforme resulta da avalia\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica realizada, um dos problemas que afeta o territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o \u00e9 a falta de ordenamento e a descarateriza\u00e7\u00e3o da sua paisagem. Trata-se de um territ\u00f3rio densamente povoado, de povoamento disperso, em que coexistem as atividades agroflorestal e industrial e onde o urbano e o rural se misturam de forma pouco ordenada. Os valores patrimoniais que o territ\u00f3rio apresenta sofrem esta press\u00e3o, os espa\u00e7os em que se localizam s\u00e3o, frequentemente, espa\u00e7os pouco tratados e urbanisticamente desqualificados. Estes aspetos condicionam a qualidade de vida local e constrangem o potencial tur\u00edstico do territ\u00f3rio e o aproveitamento das oportunidades que se colocam neste dom\u00ednio. A resposta a este desafio passa pela progressiva qualifica\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os mais relevantes e pela defini\u00e7\u00e3o de produtos diferenciadores e suficientemente atrativos para se afirmarem neste contexto, a experi\u00eancia da Rota do Rom\u00e2nico, pela sua identidade, escala, organiza\u00e7\u00e3o e diferencia\u00e7\u00e3o constitui um bom exemplo do caminho a seguir.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio da identidade e da imagem do territ\u00f3rio&#8221; tab_id=&#8221;identidade-e-imagem-do-territorio&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030196517{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]A grande proximidade e depend\u00eancia funcional do territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade aglomera\u00e7\u00e3o do Porto, refor\u00e7ada nos \u00faltimos anos com o aumento das acessibilidades, e o esbatimento, neste contexto, de elementos de identidade marcantes e de diferencia\u00e7\u00e3o das Terras do Sousa, coloca dificuldades em mat\u00e9ria de imagem e de afirma\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. O refor\u00e7o da identidade, a cria\u00e7\u00e3o de uma imagem aut\u00eantica e apelativa, a sua apropria\u00e7\u00e3o e viv\u00eancia por parte dos atores e da comunidade local, a sua promo\u00e7\u00e3o dentro e fora, constituem desafios importantes a considerar no \u00e2mbito da presente estrat\u00e9gia DLBC.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio da diversifica\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, da valoriza\u00e7\u00e3o dos recursos end\u00f3genos e do acesso aos mercados&#8221; tab_id=&#8221;diversificacao-economica-valorizacao&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030263890{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]O desafio da diversifica\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f3mica e da valoriza\u00e7\u00e3o dos recursos end\u00f3genos atrav\u00e9s de iniciativas empresariais que favore\u00e7am a inova\u00e7\u00e3o, o crescimento das cadeias de valor do territ\u00f3rio (floresta, vinho, kiwi, hort\u00edcolas, arom\u00e1ticas, pequenos frutos, cogumelos, turismo) e o acesso a mercados \u00e9 central n\u00e3o s\u00f3 do ponto de vista do refor\u00e7o da competitividade do territ\u00f3rio mas tamb\u00e9m da resposta aos desafios em mat\u00e9ria de cria\u00e7\u00e3o de emprego, de gera\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o de rendimento, de refor\u00e7o dos n\u00edveis de coes\u00e3o social. A resposta a este desafio requer solu\u00e7\u00f5es inteligentes e \u00e1geis assentes na leitura das tend\u00eancias de mercado e, em consequ\u00eancia na cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es que favore\u00e7am o acesso a nichos que valorizem a qualidade dos produtos e de experi\u00eancias que o territ\u00f3rio pode oferecer. A an\u00e1lise dos mercados, a cria\u00e7\u00e3o ou agiliza\u00e7\u00e3o de circuitos de distribui\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o, o mapeamento de oportunidades de investimento, o apoio ao empreendedorismo, a inova\u00e7\u00e3o, o apoio a micro e pequenas iniciativas empresariais que valorizem os aspetos diferenciadores do territ\u00f3rio constituem dimens\u00f5es centrais do presente desafio.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio do emprego e da empregabilidade&#8221; tab_id=&#8221;emprego-e-epregabilidade&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030300138{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]Um dos grandes desafios que se coloca ao territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o \u00e9 o combate \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de desemprego. Destaque, neste aspeto, conforme refere o PAPE, para o combate a duas situa\u00e7\u00f5es especialmente problem\u00e1ticas, o desemprego de longa dura\u00e7\u00e3o que afeta popula\u00e7\u00e3o portadora de baixos n\u00edveis de qualifica\u00e7\u00e3o, de todos os escal\u00f5es et\u00e1rios, e o desemprego de jovens em situa\u00e7\u00e3o de acesso ao primeiro emprego. A resposta a este duplo desafio apela a estrat\u00e9gias e abordagens diferenciadas e ajustadas \u00e0s problem\u00e1ticas espec\u00edficas de cada p\u00fablico-alvo. No primeiro caso trata-se de tentar fazer voltar ao mercado de trabalho uma popula\u00e7\u00e3o que sofreu direta e indiretamente os efeitos da crise econ\u00f3mica, os percursos de inclus\u00e3o apelam, naturalmente, a processos de qualifica\u00e7\u00e3o, de reconvers\u00e3o e de apoio a iniciativas de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, que importa organizar e gerir de forma integrada. Pela sua dimens\u00e3o e complexidade \u00e9 um desafio de grande exig\u00eancia e de resultados incertos, \u00e9 no entanto um desafio que \u00e9 necess\u00e1rio travar com o envolvimento de todos os atores, p\u00fablicos e privados, mobilizando os diferentes instrumentos dispon\u00edveis e com o sentido de responsabilidade social das empresas presentes na regi\u00e3o. No segundo caso, a popula\u00e7\u00e3o alvo \u00e9 portadora de maiores n\u00edveis de qualifica\u00e7\u00e3o, as oportunidades que se colocam ao desenvolvimento do territ\u00f3rio no \u00e2mbito da presente DLBC podem constituir oportunidades para a cria\u00e7\u00e3o de novas iniciativas e para a cria\u00e7\u00e3o de novos empregos, apelando \u00e0 capacidade de empreendimento que constitui uma carater\u00edstica da regi\u00e3o.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio da coes\u00e3o&#8221; tab_id=&#8221;coesao&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030331310{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]O desafio da coes\u00e3o que se coloca nas Terras do Sousa como noutros espa\u00e7os da regi\u00e3o Norte, est\u00e1 fortemente relacionado com o problema do desemprego e suas consequ\u00eancias. O principal fator que coloca em causa a coes\u00e3o social da regi\u00e3o \u00e9 o problema da pobreza associada a situa\u00e7\u00f5es de perda de emprego, sobretudo quando acontece simultaneamente aos dois elementos ativos do agregado familiar \u2013 os novos pobres. Esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 por vezes encoberta, mas torna-se evidente, por exemplo, no crescente recurso \u00e0s cantinas sociais.<\/p>\n<p>De acordo com os estudos levados a cabo no \u00e2mbito do PAPE, as principais dimens\u00f5es problema na \u00e1rea social, al\u00e9m do j\u00e1 referido a prop\u00f3sito do desemprego, s\u00e3o a sa\u00fade mental, as depend\u00eancias (alcoolismo e toxicodepend\u00eancia), a pobreza e o endividamento das fam\u00edlias, os jovens que n\u00e3o t\u00eam qualquer ocupa\u00e7\u00e3o (NEET), as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia dom\u00e9stica. H\u00e1 tamb\u00e9m problemas que afetam a popula\u00e7\u00e3o mais envelhecida, muitas vezes isolada e com dificuldade em encontrar as respostas sociais para as suas necessidades.<\/p>\n<p>O contexto de ajustamento or\u00e7amental que o Pa\u00eds vive e o consequente desinvestimento nas redes de servi\u00e7o p\u00fablico por parte da Administra\u00e7\u00e3o Central, sobretudo nas \u00e1reas da sa\u00fade e do apoio social, tem agravado a situa\u00e7\u00e3o, apesar dos esfor\u00e7os desenvolvidos pela Administra\u00e7\u00e3o Local em colabora\u00e7\u00e3o com outros servi\u00e7os p\u00fablicos e IPSS na mitiga\u00e7\u00e3o dos problemas.<\/p>\n<p>Do mesmo modo se coloca a quest\u00e3o da coes\u00e3o territorial de forma a evitar o acentuar de desequil\u00edbrios dentro do territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es a apoiar no \u00e2mbito da estrat\u00e9gia dever\u00e3o, tanto quanto poss\u00edvel, abranger a globalidade do territ\u00f3rio e tirar partido das complementaridades existentes entre os diferentes espa\u00e7os. Deste ponto de vista destaca-se, pelo potencial de complementaridade que apresenta, pela simult\u00e2nea prepara\u00e7\u00e3o pela ADERSOUSA de uma estrat\u00e9gia DLBC urbana para o eixo urbano Penafiel \u2013 Paredes.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio do refor\u00e7o de qualifica\u00e7\u00e3o de capital humano&#8221; tab_id=&#8221;reforco-qualificacao-de-capital-humano&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030369761{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]Apesar dos progressos registados nos \u00faltimos anos em mat\u00e9ria de escolariza\u00e7\u00e3o, persistem ainda car\u00eancias importantes nesta mat\u00e9ria em termos absolutos e comparativos com o que se verifica na Regi\u00e3o do Norte e no Pa\u00eds. O aumento da escolariza\u00e7\u00e3o, a melhoria de resultados escolares, a cria\u00e7\u00e3o de ofertas formativas ajustadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de compet\u00eancias profissionais para ativos nos principais setores de atividade presentes na regi\u00e3o constitui um desafio para o desenvolvimento do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel responder aos desafios colocados nos pontos anteriores sem a presen\u00e7a de profissionais qualificados nas diferentes atividades socioecon\u00f3micas locais. O desenvolvimento de oferta formativa, especialmente para suportar as necessidades de desenvolvimento das fileiras florestal, agroindustrial e do turismo, que s\u00e3o o principal foco da presente estrat\u00e9gia DLBC, est\u00e3o identificadas e propostas no \u00e2mbito do PAPE, a que importa dar sequ\u00eancia no terreno.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;O desafio da cria\u00e7\u00e3o de capital social e do refor\u00e7o da capacidade institucional&#8221; tab_id=&#8221;capital-social-reforco-capacidade-institucional&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521030386741{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]A cria\u00e7\u00e3o de um clima de confian\u00e7a que suporte o desenvolvimento de rela\u00e7\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o entre os atores locais \u00e9 central nos processos de desenvolvimento como aquele que a presente estrat\u00e9gia pretende corporizar. Esta dimens\u00e3o, apesar de alguns bons exemplos existentes nas \u00e1reas do associativismo e da coopera\u00e7\u00e3o interinstitucional, nomeadamente nas \u00e1reas da floresta e social, \u00e9 ainda insuficiente. Importa progredir nos dom\u00ednios da agricultura, do turismo, da promo\u00e7\u00e3o territorial, do associativismo empresarial de forma a criar condi\u00e7\u00f5es de escala e de gama que melhorem a qualidade das interven\u00e7\u00f5es e reforcem a capacidade de acesso e de penetra\u00e7\u00e3o dos produtos da regi\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p>Nesse sentido, \u00e9 muito importante prosseguir com o envolvimento e a participa\u00e7\u00e3o ativa e cooperante dos atores locais no processo de elabora\u00e7\u00e3o e de execu\u00e7\u00e3o da presente estrat\u00e9gia DLBC o que coloca, igualmente, a necessidade de refor\u00e7o das suas capacidades de organiza\u00e7\u00e3o e de gest\u00e3o e de capacidades t\u00e9cnicas que permita um envolvimento ativo e qualificado nessas din\u00e2micas.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row gap=&#8221;35&#8243;][vc_column][vc_custom_heading source=&#8221;post_title&#8221; 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