{"id":79446,"date":"2018-03-16T17:39:38","date_gmt":"2018-03-16T17:39:38","guid":{"rendered":"http:\/\/old.adersousa.pt\/?page_id=79446"},"modified":"2018-04-06T15:11:55","modified_gmt":"2018-04-06T15:11:55","slug":"perguntas-frequentes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/old.adersousa.pt\/dlbc-rural\/candidaturas\/perguntas-frequentes\/","title":{"rendered":"Perguntas Frequentes"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row gap=&#8221;35&#8243; css=&#8221;.vc_custom_titulo{margin-top: 0px !important;border-top-width: 0px !important;padding-top: 0px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_titulo_sidebar{margin-top: 0px !important;border-top-width: 0px !important;padding-top: 0px !important;}&#8221;][vc_custom_heading source=&#8221;post_title&#8221; font_container=&#8221;tag:h1|font_size:30|text_align:left|color:%23000000&#8243; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1523027511548{margin-top: 0px !important;margin-bottom: 0px !important;border-top-width: 0px !important;border-bottom-width: 0px !important;padding-top: 0px !important;padding-bottom: 0px !important;}&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522949118349{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<\/p>\n<blockquote><p>Nesta p\u00e1gina poder\u00e1 obter respostas \u00e0s perguntas mais frequentes relativas a cada uma das \u00c1reas do DLBC<\/p><\/blockquote>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1523004603826{padding-top: 0px !important;padding-bottom: 0px !important;}&#8221;]<\/p>\n<h3>PDR2020<\/h3>\n<p>As Perguntas Frequentes (PF) est\u00e3o numeradas de forma sequencial e independentemente da Opera\u00e7\u00e3o a que se referem, pois h\u00e1 perguntas que se aplicam a diferentes Opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Caso n\u00e3o obtenha resposta \u00e0 sua quest\u00e3o poder\u00e1 faz\u00ea-lo diretamente no\u00a0<a href=\"https:\/\/balcao.pdr-2020.pt\/balcao\/inicio\/contacto\/contactar\">s\u00edtio do PDR2020<\/a>[\/vc_column_text][vc_tta_accordion style=&#8221;flat&#8221; shape=&#8221;square&#8221; spacing=&#8221;5&#8243; c_icon=&#8221;chevron&#8221; c_position=&#8221;right&#8221; active_section=&#8221;0&#8243; no_fill=&#8221;true&#8221; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; Pequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-1&#8243;][vc_column_text]<strong>PF2 &#8211; Qual a \u00e1rea m\u00ednima de terreno que necessito de ter para poder submeter uma candidatura \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF2 &#8211; N\u00e3o \u00e9 exigida qualquer \u00e1rea m\u00ednima no que diz respeito \u00e0 dimens\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, contudo o projeto a apresentar ter\u00e1 de ter coer\u00eancia t\u00e9cnica, econ\u00f3mica e financeira.<\/p>\n<p><strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas? Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/strong><\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF4 &#8211; No Anexo I da Portaria 152\/2016, de 25 de maio, nomeadamente no que diz respeito \u00e0s despesas eleg\u00edveis, no Ponto 5 \u201cLimites \u00e0s elegibilidades\u201d, \u00e9 referido que \u201cContribui\u00e7\u00f5es em esp\u00e9cie desde que se refiram ao fornecimento de equipamento ou de trabalho volunt\u00e1rio n\u00e3o remunerado at\u00e9 ao limite do autofinanciamento, em condi\u00e7\u00f5es a definir pela OTE 25\/2016.\u201d Verific\u00e1mos que esta refere tamb\u00e9m que o limite eleg\u00edvel ser\u00e1 o valor do autofinanciamento, e a remunera\u00e7\u00e3o hor\u00e1ria ser\u00e1 com base no RMNG.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assim sendo, as quest\u00f5es s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF4.1 O valor de autofinanciamento.<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a) Este valor corresponde aos 50% que n\u00e3o ser\u00e3o financiados pelo programa?<\/strong><\/li>\n<li><strong>b) Este valor \u00e9 sobre o valor total dos investimentos da candidatura ou \u00e9 sobre o valor do investimento em que vai utilizar m\u00e3o-de-obra?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Exemplo: O promotor tem investimentos eleg\u00edveis no valor de 20.000\u20ac, no entanto 10.000\u20ac correspondem a planta\u00e7\u00f5es e 10.000\u20ac \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos. O valor da m\u00e3o-de-obra eleg\u00edvel \u00e9 sobre os 20.000\u20ac ou sobre os 10.000\u20ac (correspondentes \u00e0 planta\u00e7\u00e3o)?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF4.2 Or\u00e7amentos.<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>a) Poder\u00e1 o promotor apresentar\/passar um or\u00e7amento em nome pr\u00f3prio, ou ter\u00e1 que recorrer a uma \u201centidade externa\u201d para or\u00e7amentar a m\u00e3o-de-obra, podendo ele posteriormente executar esse \u201cinvestimento\u201d, apresentando no pedido de pagamento, em formul\u00e1rio definido pelo IFAP, essa despesa?<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>RPF4 &#8211; Vimos por este meio informar que:<\/p>\n<p>RPF4.1 O valor do autofinanciamento corresponde ao \u201cinvestimento eleg\u00edvel aprovado constante do contrato de financiamento menos o total dos apoios aprovados\u201d, correspondendo, assim, \u00e0 parte n\u00e3o financiada do investimento total, no caso da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1; no caso apresentado, e se a taxa de apoio for 50% (sendo o investimento total de 20.000\u20ac) o valor m\u00e1ximo de contribui\u00e7\u00f5es em esp\u00e9cie ser\u00e1 de 10.000 \u20ac;<\/p>\n<p>RPF4.2 Relativamente aos or\u00e7amentos, os pagamentos em esp\u00e9cie n\u00e3o invalidam a necessidade de se pedir 3 or\u00e7amentos a entidades externas, para valida\u00e7\u00e3o da or\u00e7amenta\u00e7\u00e3o dos diferentes investimentos realizados, pois os pagamentos em esp\u00e9cie, conforme o nome indica, s\u00f3 se referem \u00e0 modalidade de pagamentos e n\u00e3o \u00e0 or\u00e7amenta\u00e7\u00e3o dos mesmos.<\/p>\n<p><strong>PF5 &#8211; Na opera\u00e7\u00e3o 3.2.2\u00a0\u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb\u00a0(Medida 3 do PDR 2020) no quadro de pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o as produ\u00e7\u00f5es tinham de ser consideradas como estando em plena produ\u00e7\u00e3o ou seja no ano cruzeiro. Na medida 10 n\u00e3o h\u00e1 nada que indique para essa situa\u00e7\u00e3o, quero ter a certeza se o procedimento do concurso 3.2.2. se mant\u00e9m ou se a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 com base na produ\u00e7\u00e3o \u00e0 data.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Exemplo:\u00a0Ano planta\u00e7\u00e3o 2014 (exemplo: planta\u00e7\u00e3o em Jovem Agricultor) \/\u00a0Ano Cruzeiro 2020.\u00a0A colocar numa candidatura 10 qual a produ\u00e7\u00e3o a considerar, de 2016 ou 2020?<\/strong><\/p>\n<p>RPF5 &#8211; Informamos que no \u00e2mbito de uma candidatura \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, na situa\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o deve ser considerada sempre a produ\u00e7\u00e3o efetiva verificada no ano de pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o. Mais informamos que o procedimento acima descrito aplica-se igualmente no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 3.2.2 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, ao contr\u00e1rio do que acontece, por exemplo, no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 3.2.1 \u00abInvestimento na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, em que se deve considerar a produ\u00e7\u00e3o estimada para o ano cruzeiro (produ\u00e7\u00e3o estabilizada).<\/p>\n<p><strong>PF6 &#8211; A instala\u00e7\u00e3o de sistemas de rega gota a gota na vinha \u00e9 eleg\u00edvel na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1\u00a0\u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb? Tendo em conta que no VITIS n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel, logo n\u00e3o existe duplica\u00e7\u00e3o de fundos para o mesmo investimento.<\/strong><\/p>\n<p>RPF6 \u2013 A instala\u00e7\u00e3o de sistemas de rega gota a gota na vinha \u00e9 eleg\u00edvel\u00a0na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1\u00a0\u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb.<\/p>\n<p><strong>PF7 &#8211; Uma empresa que desenvolve atividade agr\u00edcola (volume de neg\u00f3cios = 35.000\u20ac) e outras atividades n\u00e3o agr\u00edcolas (volume de neg\u00f3cios = 40.000\u20ac), sendo poss\u00edvel demonstrar esta situa\u00e7\u00e3o contabilisticamente atrav\u00e9s de balancetes gerais, cumpre o crit\u00e9rio de acesso \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb de valor m\u00e1ximo de volume de neg\u00f3cios de 50.000 \u20ac?<\/strong><\/p>\n<p>RPF7 &#8211; Se o promotor for um promotor singular, em que o volume de neg\u00f3cios, nas finan\u00e7as, est\u00e1 detalhado para as atividades agr\u00edcolas, em anexo pr\u00f3prio, o volume de neg\u00f3cios a considerar \u00e9 o da atividade agr\u00edcola. Se for empresa, \u00e9 o volume total de neg\u00f3cio. No caso apresentado, sendo uma empresa, o crit\u00e9rio de elegibilidade do benefici\u00e1rio da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb referido n\u00e3o \u00e9 cumprido.<\/p>\n<p><strong>PF8 &#8211; No formul\u00e1rio de candidatura no &#8220;Mapa 13.1. M\u00e3o-de-obra&#8221; o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente ao que consta na IES 2015 (ano pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o) ou referente a folha de remunera\u00e7\u00f5es de dezembro de 2015?<\/strong><\/p>\n<p>RPF8 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente \u201c\u00e0 m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d conforme ponto f) do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio.\u00a0Refere-se ainda que uma UTA equivale a 1800 h\/ano, de acordo com o Anexo VIII da referida portaria.<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF11 &#8211; A aquisi\u00e7\u00e3o de uma c\u00e2mara frigor\u00edfica modular, para armazenamento de fruta durante curtos per\u00edodos \u00e9 eleg\u00edvel na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb ou na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF11 &#8211; A aquisi\u00e7\u00e3o de uma c\u00e2mara frigor\u00edfica modular poder\u00e1 ser eleg\u00edvel quer no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, na rubrica \u201cEquipamento\u201d, sub-rubrica \u2013 \u201cC\u00e2mara frigor\u00edfica\u201d, de acordo com o disposto no ponto 2.1 do Anexo I da Portaria n.\u00ba 152\/2016, desde que se fundamente que este equipamento ser\u00e1 utilizado para a refrigera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o associada ao investimento; quer no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb na rubrica \u201cMateriais\u201d, sub-rubrica \u201cEquipamentos produtivos de transforma\u00e7\u00e3o, embalagem, congela\u00e7\u00e3o e refrigera\u00e7\u00e3o\u201d, de acordo com o disposto no ponto 2.3 do Anexo IV da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF13 &#8211; Os tratores agr\u00edcolas e alfaias s\u00e3o consideradas tipologias de investimento eleg\u00edvel no \u00e2mbito de candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF13 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, poder\u00e1 ser eleg\u00edvel a aquisi\u00e7\u00e3o de tratores e alfaias agr\u00edcolas, nomeadamente na rubrica \u201cBens m\u00f3veis\u201d, sub-rubrica \u201cM\u00e1quinas e equipamentos novos\u201d, de acordo com o disposto no ponto 2.1 do Anexo IV da Portaria n.\u00ba 152\/2016.\u00a0Ainda assim, cumpre-nos alertar para a inelegibilidade de um novo trator ou alfaias que se destinem exclusivamente \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o de outros j\u00e1 existentes mas antigos. Nesses casos ser\u00e1 apenas aceite a aquisi\u00e7\u00e3o de bens que promovam aumentos de efici\u00eancia (aumento da produtividade, vendas, ou diminui\u00e7\u00e3o de custos) ou a incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias antes inexistentes.<\/p>\n<p><strong>PF14 &#8211; Gostaria de saber se para a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1\u00a0\u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb\u00a0podem-se candidatar empresas com os seguintes CAE: CAE Principal: 10130-R3 e CAE Secund\u00e1rios: 47220, 55119 e 56302-R3.<\/strong><\/p>\n<p>RPF14 &#8211; As empresas com os CAE Principal: 10130 e CAE Secund\u00e1rios: 47220, 55119 e 56302, n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb pois tendo o candidato apenas estes CAE n\u00e3o pode comprovar o crit\u00e9rio \u201cpessoas singulares ou coletivas que exer\u00e7am atividade agr\u00edcola\u201d e, assim, ser um benefici\u00e1rio eleg\u00edvel, de acordo com o definido no artigo 7\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016. Al\u00e9m disso tamb\u00e9m n\u00e3o conseguiria comprovar o crit\u00e9rio de elegibilidade definido na al\u00ednea i) do n.\u00ba 1 do art.\u00ba 8.\u00ba.<\/p>\n<p><strong>PF15 &#8211; No \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb s\u00e3o eleg\u00edveis os seguintes investimentos: estruturas para estufa de germina\u00e7\u00e3o; estruturas para estufas e sistema hidrop\u00f3nico, prepara\u00e7\u00e3o de terreno para coloca\u00e7\u00e3o da estrutura (estufa)?<\/strong><\/p>\n<p>RPF15 \u2013 Os investimentos referidos s\u00e3o eleg\u00edveis no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb.<\/p>\n<p><strong>PF17 &#8211; No caso de uma candidatura \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb s\u00e3o eleg\u00edveis os seguintes investimentos na atividade ap\u00edcola:\u00a0obras de adapta\u00e7\u00e3o amplia\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es para instala\u00e7\u00e3o de melaria (extra\u00e7\u00e3o, armazenamento, embalamento de mel, cera, pr\u00f3polis);\u00a0aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos para apoio \u00e0 extra\u00e7\u00e3o, armazenamento, embalamento de mel, cera, pr\u00f3polis;\u00a0aquisi\u00e7\u00e3o de embalagens e r\u00f3tulos para os produtos acima referidos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF17 &#8211; Os investimentos relacionados com a atividade de apicultura poder\u00e3o ter enquadramento no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb.<\/p>\n<p><strong>PF19 \u2013 Tenho uma explora\u00e7\u00e3o que abrange o territ\u00f3rio de dois GAL. A qual deles devo submeter o Pedido de Apoio?<\/strong><\/p>\n<p>RPF19 &#8211; O crit\u00e9rio de imputa\u00e7\u00e3o, quando estamos perante um projeto do LEADER que abrange mais que um territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o dos GAL (cont\u00edguos) e com vista a simplificar o procedimento, \u00e9 o seguinte: a candidatura deve ser submetida ao GAL onde que se localiza a maior \u00e1rea afeta ao projeto. No caso de igual \u00e1rea nos dois GAL, ent\u00e3o deve ser submetida \u00e0quele onde se localiza o maior investimento.<\/p>\n<p><strong>PF20 \u2013 Como pode ser comprovada a exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>RPF20 \u2013 A exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o pode ser comprovada, nomeadamente, pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura; ou atrav\u00e9s de outra documenta\u00e7\u00e3o, por exemplo: manifestos de produ\u00e7\u00e3o (vinha), comprovativos de terem recebido subs\u00eddios, ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola, RPU \u2013 regime de pagamento \u00fanico, declara\u00e7\u00e3o das cooperativas a confirmar a entrega de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF23 \u2013 Um promotor do PRODER, ainda com idade compreendida entre os 18 e 40 anos, com a candidatura ainda em execu\u00e7\u00e3o, que pontua\u00e7\u00e3o obt\u00e9m no crit\u00e9rio Jovem Agricultor (JA) das VOG das Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3?<\/strong><\/p>\n<p>RPF23 &#8211; Para as Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3, e de acordo com a subal\u00ednea ii) do ponto 2.4 da OTE n.\u00ba 25\/2016, referente \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb e com a subal\u00ednea i) do ponto 2.4 da OTE n\u00ba 29\/2016, referente \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, para o benefici\u00e1rio pontuar no crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o \u201cJA\u201d, \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura, dever\u00e1 ter a idade compreendida entre os 18 e 40 anos inclusive e candidatura aprovada ao abrigo da A\u00e7\u00e3o 3.1. Ou seja, promotores com projetos apresentados no PRODER obter\u00e3o pontua\u00e7\u00e3o 0 (zero) no crit\u00e9rio em quest\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF25 &#8211; Numa candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF25.1 &#8211; \u00c9 poss\u00edvel na mesma candidatura realizar investimentos em duas parcelas que distam aproximadamente 10 Km?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF25.2 \u2013 Podem ser inclu\u00eddos na mesma candidatura investimentos em v\u00e1rios pol\u00edgonos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF25.3 \u2013 Na instala\u00e7\u00e3o inicial de um sistema de rega numa explora\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio a aquisi\u00e7\u00e3o de contadores de medi\u00e7\u00e3o por forma a comprovar a poupan\u00e7a nos consumos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF25<\/p>\n<p>RPF25.1 \u2013 Podem existir \u00e1reas de investimento separadas fisicamente, no \u00e2mbito de uma candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1, desde que o projeto apresente coer\u00eancia t\u00e9cnica, econ\u00f3mica e financeira e se cumpram os restantes crit\u00e9rios de elegibilidade exigidos na Portaria n.\u00ba 152\/2016, de 25 de maio.<\/p>\n<p>RPF25.2 \u2013 Numa mesma candidatura poder\u00e3o ser apresentados investimentos em diferentes pol\u00edgonos de investimento, cont\u00edguos ou n\u00e3o, atendendo ao exposto na nossa resposta \u00e0 PF25.1.<\/p>\n<p>RPF25.3 &#8211; Para cumprimento do disposto no n.\u00ba 7 do Anexo I da Portaria n.\u00ba 152\/2016, de 25 de maio, dever\u00e1 preencher a condi\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia ou instala\u00e7\u00e3o, ao abrigo do investimento, de contadores de medi\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, de modo a ficar assegurada, por conseguinte, a inequ\u00edvoca contabiliza\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1gua decorrente da instala\u00e7\u00e3o do sistema de rega.<\/p>\n<p><strong>PF27 &#8211; Um benefici\u00e1rio com uma candidatura aprovada \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 3.2.2 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb aprovada, pode agora submeter uma nova candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb? Se sim a comparticipa\u00e7\u00e3o a receber est\u00e1 de alguma forma condicionada pela candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 3.2.2?<\/strong><\/p>\n<p>RPF27 &#8211; Nada impede a um benefici\u00e1rio que concorreu \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 3.2.2, de concorrer agora \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1. O limite m\u00e1ximo de apoio previsto para a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 n\u00e3o tem em conta os valores dos subs\u00eddios j\u00e1 recebidos no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 3.2.2 do PDR 2020.<\/p>\n<p><strong>PF28 \u2013 Uma candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, tem de incluir obrigatoriamente investimentos em melhoramentos fundi\u00e1rios e planta\u00e7\u00f5es ou basta apenas apresentar uma candidatura com um destes investimentos? Dado que na OTE da Opera\u00e7\u00e3o menciona &#8220;e&#8221; mas segundo a interpreta\u00e7\u00e3o da hierarquiza\u00e7\u00e3o das candidaturas estas s\u00e3o hierarquizadas segundo v\u00e1rios fatores e aparece isolado o valor dos investimentos com maior valor em planta\u00e7\u00f5es e outro fator o valor dos investimentos com maior valor em melhoramentos fundi\u00e1rios.<\/strong><\/p>\n<p>RPF28 &#8211; Os crit\u00e9rios de sele\u00e7\u00e3o t\u00eam como objetivo determinar o m\u00e9rito de uma candidatura atrav\u00e9s do apuramento da Valia Global da Opera\u00e7\u00e3o (VGO) de forma a que se possa hierarquizar as candidaturas submetidas no \u00e2mbito de um concurso ou per\u00edodo do respetivo concurso, e assim, em caso de insufici\u00eancia or\u00e7amental, determinar os projetos que s\u00e3o cofinanciados. Desta forma, o benefici\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 obrigado a realizar investimentos de forma a pontuar no crit\u00e9rio MFP.<\/p>\n<p><strong>PF 34 &#8211; Como pequeno agricultor com explora\u00e7\u00f5es de subsist\u00eancia dom\u00e9stica posso -me candidatar \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF34 &#8211; Para apresentar uma candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb o benefici\u00e1rio ter\u00e1 de cumprir os crit\u00e9rios de elegibilidade estabelecidos no artigo 8.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016 nomeadamente o disposto na al\u00ednea i) do n.\u00ba 1, que indica que ter\u00e1 de exercer a atividade agr\u00edcola h\u00e1 mais de um ano e estar registado nas finan\u00e7as como tendo atividade agr\u00edcola desde, pelo menos, 2015.<\/p>\n<p><strong>PF 35 \u2013 Existe alguma lista de culturas plurianuais?<\/strong><\/p>\n<p>RPF 35 &#8211; N\u00e3o existe nenhuma lista de culturas plurianuais. No entanto, esclarecemos que se entende por cultura plurianual a cultura cujo ciclo de vida \u00e9 superior a um ano. Chamamos a aten\u00e7\u00e3o que de acordo com o disposto no n.\u00ba 13 do Anexo I da referida Portaria, n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis as despesas relativas \u00e0 compra e planta\u00e7\u00e3o de plantas plurianuais, se a vida \u00fatil for inferior a dois anos.<\/p>\n<p><strong>PF38 &#8211; No \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb \u00e9 eleg\u00edvel adquirir uma enfardadeira cujo custo total \u00e9 de cerca de 47.000 euros. A quest\u00e3o \u00e9 se pode candidatar ainda que o investimento eleg\u00edvel seja de 40.000 euros. Uma vez que a ajuda m\u00e1xima a que no benefici\u00e1rio tem durante o per\u00edodo de programa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 25.000 euros, questiona se pode candidatar parte do custo da m\u00e1quina numa candidatura e o restante noutra.<\/strong><\/p>\n<p>RPF38 &#8211; Uma vez que o custo total eleg\u00edvel, apurado em sede de an\u00e1lise, tem que ser inferior ou igual a 40.000 euros, o valor de investimento eleg\u00edvel proposto na candidatura tem que ser no m\u00e1ximo 40.000 euros, no entanto, o custo de investimento total pode ultrapassar este valor. Lembramos, relativamente a este \u00faltimo caso, que o benefici\u00e1rio tem que suportar sempre a diferen\u00e7a entre o valor do apoio aprovado e o valor de investimento total. Um mesmo investimento n\u00e3o pode figurar em duas candidaturas diferentes.<\/p>\n<p><strong>PF39 &#8211; No \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb a aquisi\u00e7\u00e3o de enxames \u00e9 eleg\u00edvel?<\/strong><\/p>\n<p>RPF39 &#8211; A aquisi\u00e7\u00e3o de enxames n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel, pois enquadra-se no ponto 11, Despesas n\u00e3o eleg\u00edveis, do Anexo I, da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF40 &#8211; No caso de uma candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb s\u00e3o eleg\u00edveis os seguintes investimentos na atividade ap\u00edcola: obras de adapta\u00e7\u00e3o amplia\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es para instala\u00e7\u00e3o de melaria (extra\u00e7\u00e3o, armazenamento, embalamento de mel, cera, pr\u00f3polis); aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos para apoio \u00e0 extra\u00e7\u00e3o, armazenamento, embalamento de mel, cera, pr\u00f3polis; aquisi\u00e7\u00e3o de embalagens e r\u00f3tulos para os produtos acima referidos.<\/strong><\/p>\n<p>RPF40 &#8211; Os investimentos relacionados com a atividade de apicultura, nomeadamente os mencionados, poder\u00e3o ter enquadramento no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, com exce\u00e7\u00e3o da aquisi\u00e7\u00e3o de embalagens e r\u00f3tulos.<\/p>\n<p><strong>PF41 &#8211; Na prepara\u00e7\u00e3o de uma candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, com v\u00e1rias rubricas de investimento, maquinaria, planta\u00e7\u00f5es, entre outros, o limite dos 5000 \u20ac a partir do qual s\u00e3o necess\u00e1rios 3 or\u00e7amentos, \u00e9 por cada rubrica de investimento ou se refere \u00e0 candidatura como um todo. Passo a exemplificar. Preciso de or\u00e7amentar um pulverizador com um custo de 3600 \u20ac e um sistema de rega gota a gota com custo de 10000\u20ac. Quantos or\u00e7amentos s\u00e3o necess\u00e1rios para cada um, uma vez que pertencem \u00e0 mesma candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF 41 &#8211; De acordo com o disposto no n.\u00ba 7 do Anexo I da OTE n.\u00ba 25\/2016, ter\u00e3o que ser entregues \u201c1 ou 3 or\u00e7amentos comerciais ou faturas pr\u00f3-forma para cada um dos dossi\u00eas de investimento quando estejam em causa valores at\u00e9 5.000 \u20ac ou superior, respetivamente\u201d. Assim sendo, no exemplo exposto, para o pulverizador de valor de 3.600 \u20ac apenas tem de ser entregue um or\u00e7amento. No caso do sistema de rega gota-a-gota, cujo valor total \u00e9 de 10.000 \u20ac, ter\u00e3o de ser entregues tr\u00eas or\u00e7amentos.<\/p>\n<p><strong>PF43 &#8211; Na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb \u00e9 poss\u00edvel apresentar na mesma candidatura um investimento em v\u00e1rios pol\u00edgonos em parcelas que n\u00e3o s\u00e3o contiguas, de planta\u00e7\u00e3o de pinheiro e manso e paralelamente investimento em alfaias agr\u00edcolas exclusivamente para a apanha de azeitona noutros pol\u00edgonos que distam 8 km dos referidos pol\u00edgonos anteriormente. De referir que o olival j\u00e1 foi plantado h\u00e1 5 anos.<\/strong><\/p>\n<p>RPF43 &#8211; Poder\u00e3o ser considerados, na candidatura, locais cont\u00edguos ou at\u00e9 separados fisicamente, desde que se enquadrem na defini\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola prevista na al\u00ednea l) do artigo 4.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016, que inclui o conceito de assento de lavoura, independentemente de se encontrarem na mesma freguesia ou n\u00e3o. Alertamos, no entanto, que, entre outros crit\u00e9rios exigidos, tem ainda que se cumprir o seguinte: Essas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas t\u00eam que se localizar na \u00e1rea geogr\u00e1fica correspondente ao territ\u00f3rio de interven\u00e7\u00e3o do GAL; e o projeto tem que apresentar coer\u00eancia t\u00e9cnica, econ\u00f3mica e financeira. Mais informamos que numa mesma candidatura poder\u00e1 prever investimentos para mais do que uma atividade agr\u00edcola.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF45 &#8211; O benefici\u00e1rio tem atualmente estagi\u00e1rios com respetivos contratos est\u00e1gios na empresa (os estagi\u00e1rios t\u00eam contribui\u00e7\u00f5es para ISS e como tal s\u00e3o mencionados nas folhas de remunera\u00e7\u00f5es entregues na ISS) e pretende integr\u00e1-los no final do contrato de est\u00e1gio com contrato de trabalho a termo certo ou sem termo. Estes postos de trabalho s\u00e3o considerados cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho nas candidaturas?<\/strong><\/p>\n<p>RPF45 &#8211; Informamos que os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o considerados como tendo v\u00ednculo contratual. Assim sendo, e considerando que os referidos estagi\u00e1rios poder\u00e3o vir a ter um v\u00ednculo contratual com o benefici\u00e1rio (contrato de trabalho), a possibilidade de o benefici\u00e1rio pontuar no crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o PT da VGO, depender\u00e1 do cumprimento do estabelecido na al\u00ednea f) do artigo 4.\u00ba e da al\u00ednea m) do artigo 50.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF47 &#8211; Relativamente \u00e0 al\u00ednea h) do n.\u00ba 1 do artigo 8.\u00ba da Portaria 152\/2016 de 25 de maio, que limita a 50.000\u20ac a fatura\u00e7\u00e3o do ano anterior para uma entidade ser eleg\u00edvel \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, existem duas situa\u00e7\u00f5es em que temos d\u00favida:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong> Um benefici\u00e1rio teve em 2015 52.000\u20ac de fatura\u00e7\u00e3o, sendo 50.000\u20ac de vendas e 2.000\u20ac de presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os. No caso, as presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os n\u00e3o t\u00eam nada a ver com a atividade agr\u00edcola (correspondem a forma\u00e7\u00e3o). Est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o de elegibilidade?<\/strong><\/li>\n<li><strong> Um benefici\u00e1rio tem uma fatura\u00e7\u00e3o de 140.000\u20ac, sendo 130.000\u20ac de vendas, das quais apenas 40.000\u20ac correspondem \u00e0 atividade agr\u00edcola (90.000\u20ac s\u00e3o relativas a vendas de m\u00e1quinas e 10.000\u20ac de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o profissional). Est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o de elegibilidade?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>RPF47 &#8211; No caso de pessoas singulares a aferi\u00e7\u00e3o do crit\u00e9rio volume de neg\u00f3cios \u00e9 efetuada atrav\u00e9s da atividade agr\u00edcola, por via do Anexo B do IRS, enquanto que no caso de pessoas coletivas a aferi\u00e7\u00e3o \u00e9 efetuada pelo volume de neg\u00f3cios global das vendas e presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os de todas as atividades, atrav\u00e9s do IRC ou IES. Assim sendo, as duas situa\u00e7\u00f5es apresentadas parecem configurar situa\u00e7\u00f5es de elegibilidade, caso se tratem de benefici\u00e1rios singulares.<\/p>\n<p><strong>PF48 \u2013 Atualmente o benefici\u00e1rio possui vinha, cuja produ\u00e7\u00e3o destina-se \u00e0 vinifica\u00e7\u00e3o (pr\u00e9-projecto). Pretende instalar vinha para produ\u00e7\u00e3o de uva de mesa (p\u00f3s-projecto). Como se deve tratar os dados relativamente aos custos e proveitos das duas atividades, concretamente dados da rubrica 8?<\/strong><\/p>\n<p>RPF48 &#8211; Informamos que na situa\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-projecto deve descrever os proveitos e custos que obt\u00e9m com a vinha cuja produ\u00e7\u00e3o se destina \u00e0 vinifica\u00e7\u00e3o; e na situa\u00e7\u00e3o de p\u00f3s-projecto deve descrever os proveitos e custos que ir\u00e1 obter com a vinha para uva de mesa, na situa\u00e7\u00e3o de estabiliza\u00e7\u00e3o dos proveitos e custos (ano de cruzeiro).<\/p>\n<p>Desta forma pode-se comparar os benef\u00edcios gerados pelo projeto (aumento das receitas ou redu\u00e7\u00e3o de custos) com o valor do investimento e, da\u00ed, deduzir da coer\u00eancia econ\u00f3mica do projeto.<\/p>\n<p><strong>PF52 \u2013 A Portaria n.\u00ba 152 \/2016, de 25 de maio, refere nos &#8220;Crit\u00e9rios de Elegibilidade dos Benefici\u00e1rios&#8221; da opera\u00e7\u00e3o \u00ab10.2.1,1 &#8211; Pequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, al\u00ednea i), do artigo 8.\u00ba, que devem exercer atividade agr\u00edcola h\u00e1 mais de um ano ou serem jovens agricultores em primeira instala\u00e7\u00e3o, com candidatura aprovada ao abrigo da a\u00e7\u00e3o n.\u00ba 3.1 \u00abJovens Agricultores\u00bb do PDR 2020, estabelecida pela Portaria n.\u00ba 31\/2015 de 12 de fevereiro, ou ao abrigo da respetiva norma de transi\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Qual a data a que se deve reportar a contagem do tempo de exerc\u00edcio de atividade do promotor, a fim de se aferir se o mesmo exerce a atividade h\u00e1 mais de um ano?<\/strong><\/p>\n<p>RPF52 &#8211; Informamos que o crit\u00e9rio de elegibilidade enunciado na al\u00ednea i) do artigo 8.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016 tem em considera\u00e7\u00e3o a atividade aberta h\u00e1 mais de um ano a partir da data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF55 &#8211; O que s\u00e3o \u201cDespesas de consolida\u00e7\u00e3o\u201d (Despesa eleg\u00edvel para a Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb)?<\/strong><\/p>\n<p>RPF55 &#8211; Termo t\u00e9cnico que explica, por exemplo, a replanta\u00e7\u00e3o de plantas que morreram na primeira planta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF56 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb \u00e9 eleg\u00edvel o enrelvamento das entrelinhas das culturas permanentes?<\/strong><\/p>\n<p>RPF56 &#8211; O enrelvamento das entrelinhas das culturas permanentes \u00e9 eleg\u00edvel, desde que este investimento tenha dura\u00e7\u00e3o igual ou superior a 2 anos. Caso contr\u00e1rio, investimento com dura\u00e7\u00e3o inferior a 2 anos, trata-se de uma despesa n\u00e3o eleg\u00edvel, conforme referido no ponto 13, do anexo I, da portaria n\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF57 \u2013 Na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb s\u00e3o eleg\u00edveis um equipamento para produzir biomassa, utilizada para alimentar o sistema de aquecimento (avi\u00e1rio) garantindo a autonomia em termos energ\u00e9ticos da explora\u00e7\u00e3o; e pain\u00e9is fotovoltaicos, em explora\u00e7\u00f5es n\u00e3o servidas por energia el\u00e9trica ou, apenas, s\u00e3o eleg\u00edveis equipamentos agr\u00edcolas que j\u00e1 incorporem a utiliza\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis?<\/strong><\/p>\n<p>RPF57 &#8211; Os pain\u00e9is fotovoltaicos e a produ\u00e7\u00e3o de biomassa enquadram-se dentro do crit\u00e9rio Prote\u00e7\u00e3o e Utiliza\u00e7\u00e3o Eficiente dos Recursos (quando associados a outros investimentos e diretamente \u00e0 atividade a desenvolver), sendo como tal despesas eleg\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>PF58 \u2013 Na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb \u00e9 poss\u00edvel fazer investimentos (caso de planta\u00e7\u00f5es e aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos e m\u00e1quinas) referentes\/em parcelas de territ\u00f3rios de GAL diferentes?<\/strong><\/p>\n<p>RPF58 &#8211; \u00c9 poss\u00edvel esta situa\u00e7\u00e3o sendo que a an\u00e1lise da candidatura compete ao GAL onde se inclua a maior \u00e1rea de parcelas alvo do investimento. Em caso de igualdade, a an\u00e1lise ser\u00e1 efetuada pelo GAL onde houver o maior investimento proposto.<\/p>\n<p><strong>PF59 &#8211; Relativamente \u00e0 atividade ap\u00edcola, que implica coloca\u00e7\u00e3o de api\u00e1rios (conjunto de colmeias) em terrenos que podem estar fora da \u00e1rea dos concelhos abrangidos pelo territ\u00f3rio do GAL e tratando-se de uma especificidade do setor de atividade, basta que o domic\u00edlio fiscal do benefici\u00e1rio e o \u201cassento de lavoura\u201d se localizem em territ\u00f3rio eleg\u00edvel?<\/strong><\/p>\n<p>RPF59 &#8211; Relativamente a esta quest\u00e3o informa-se que, pelo menos um dos api\u00e1rios, ter\u00e1 de estar numa parcela detida no iSIP pelo promotor, sendo que a maioria dos api\u00e1rios ter\u00e1 de estar no territ\u00f3rio do GAL que ir\u00e1 analisar a candidatura, \u00e0 data da sua submiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF60 &#8211; A atividade ap\u00edcola (produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria) \u00e9 equivalente a atividade agr\u00edcola para todos os efeitos legais sempre que h\u00e1 recolha de mel e p\u00f3len e venda em bruto (a granel ?)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando existe componente de embalamento e venda direta ou comercializa\u00e7\u00e3o para lojas comerciais, a atividade ap\u00edcola insere-se na \u201c transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o \u201c de produtos agr\u00edcolas? Qual o CAE a adotar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF60 &#8211; A atividade ap\u00edcola \u00e9 considerada uma atividade agr\u00edcola inserida na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, incluindo a melaria e o embalamento.<\/p>\n<p>Apenas a comercializa\u00e7\u00e3o ou a produ\u00e7\u00e3o de um novo produto transformado do mel (ex. mel com frutos secos) \u00e9 que s\u00e3o considerados na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2.<\/p>\n<p><strong>PF61 \u2013 S\u00e3o eleg\u00edveis sistemas de seguran\u00e7a para tratores na opera\u00e7\u00e3o \u2013 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF61 &#8211; Mesmo n\u00e3o estando claramente inscritos na portaria, os sistemas de seguran\u00e7a para os tratores (barras) s\u00e3o eleg\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>PF62 \u2013 \u00c9 eleg\u00edvel o financiamento de uma planta\u00e7\u00e3o de pinheiro manso para produ\u00e7\u00e3o de pinh\u00e3o na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb? E a sua transforma\u00e7\u00e3o, considera-se como na 2\u00aa transforma\u00e7\u00e3o e o apoio atrav\u00e9s da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 &#8211; \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF62 &#8211; Relativamente \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o de determinadas esp\u00e9cies em atividades agr\u00edcolas ou florestais (nomeadamente pinheiro manso e castanheiro) a regra \u00e9: quando h\u00e1 aproveitamento do fruto as atividades s\u00e3o agr\u00edcolas (caso do pinheiro manso em que se colhe a pinha para aproveitamento do fruto), quando n\u00e3o h\u00e1 aproveitamento do fruto as atividades s\u00e3o florestais (castanheiro para madeira).<\/p>\n<p>Nos investimentos relacionados com a extra\u00e7\u00e3o do pinh\u00e3o produzido numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola estes s\u00e3o eleg\u00edveis na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1, devendo ser dimensionados \u00e0 necessidade da explora\u00e7\u00e3o; se se tratar de transformar pinh\u00e3o negro em pinh\u00e3o branco trata-se de uma opera\u00e7\u00e3o eleg\u00edvel \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2.<\/p>\n<p><strong>PF65 &#8211; Quando o investimento para, por exemplo, a aquisi\u00e7\u00e3o de uma m\u00e1quina \u00e9 superior a 40.000\u20ac e o candidato solicita apenas 40.000 \u20ac a opera\u00e7\u00e3o pode ser eleg\u00edvel?<\/strong><\/p>\n<p>RPF65 &#8211; Se se tratar de um investimento indivis\u00edvel o investimento \u00e9 eleg\u00edvel, havendo uma redu\u00e7\u00e3o do eleg\u00edvel na propor\u00e7\u00e3o entre o valor m\u00e1ximo eleg\u00edvel (40 000\u20ac) e o valor de investimento apresentado pelo promotor. Caso se trate de investimentos divis\u00edveis (individualmente, cada uma das rubricas tem um valor inferior a 40 000\u20ac) o investimento n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.<\/p>\n<p><strong>PF75 \u2013 Elegibilidade da aquisi\u00e7\u00e3o de c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o e de congela\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>RPF75 &#8211; Esclarece-se que relativamente \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis enquanto as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o n\u00e3o o s\u00e3o. De facto, enquanto as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o n\u00e3o alteram o produto, permitindo a venda dos mesmos nos mercados dos frescos, e respeitando, por isso, o ponto 2.5.2 da OTE n\u00ba 25\/2016, referente a esta opera\u00e7\u00e3o, as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o induzem a altera\u00e7\u00e3o do produto. Nesta opera\u00e7\u00e3o as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o dever\u00e3o, ainda, estar dimensionadas de acordo com as produ\u00e7\u00f5es esperadas relativamente ao investimento em causa.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb tanto as c\u00e2maras frigor\u00edficas como as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis, j\u00e1 que, nesta opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 permitida a 1\u00aa transforma\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p><strong>PF76 \u2013 Um candidato que apenas tem como atividade o CAE 01610 \u00e9 eleg\u00edvel como benefici\u00e1rio \u00e0s opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3?<\/strong><\/p>\n<p>RPF76 \u2013 Apesar de na norma, estar \u201cO exerc\u00edcio da atividade agr\u00edcola h\u00e1 mais de um ano \u00e9 verificado, documentalmente, com envio, pelo promotor, de Certid\u00e3o cadastral que comprove que tem atividade aberta \u00e0 mais de um ano, numa CAE agr\u00edcola (01)\u201d este procedimento n\u00e3o se sobrep\u00f5e \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de atividade agr\u00edcola \u201ca produ\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o ou o cultivo de produtos agr\u00edcolas, incluindo a colheita, a ordenha, a cria\u00e7\u00e3o de animais e a deten\u00e7\u00e3o de animais para fins de produ\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 &#8211; Pequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-2&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521221974635{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas? Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/strong><\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF8 &#8211; No formul\u00e1rio de candidatura no &#8220;Mapa 13.1. M\u00e3o-de-obra&#8221; o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente ao que consta na IES 2015 (ano pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o) ou referente a folha de remunera\u00e7\u00f5es de dezembro de 2015?<\/strong><\/p>\n<p>RPF8 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente \u201c\u00e0 m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d conforme ponto f) do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Refere-se ainda que uma UTA equivale a 1800 h\/ano, de acordo com o Anexo VIII da referida portaria.\u201d<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF10 &#8211; Basicamente, trata-se de um lagar que tinha aberto insolv\u00eancia e que foi sido adquirido por uma outra empresa, que pretende aumentar a capacidade de rece\u00e7\u00e3o de azeitona. A linha de rece\u00e7\u00e3o instalada tem uma capacidade de cerca de 8 milh\u00f5es de toneladas e nos pr\u00f3ximos anos o lagar atingir\u00e1 uma quantidade pr\u00f3xima de 15 milh\u00f5es de toneladas. Esta nova empresa foi constitu\u00edda em 2014, mas acabou por adquirir o lagar apenas no final de 2015 ap\u00f3s a campanha e por isso ainda n\u00e3o teve atividade (vendas igual a zero) e a sua primeira campanha ser\u00e1 a de 2015\/2016. Ou seja, o pr\u00e9-projecto real da empresa \u00e9 zero.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Apesar da empresa ainda n\u00e3o ter laborado, o lagar j\u00e1 o fez, pelo que consideramos que seria mais correto, considerar neste projeto apenas os acr\u00e9scimos, ou seja, considerar que o pr\u00e9-projecto \u00e9 zero (mas que no fundo corresponderia \u00e0s 8 milh\u00f5es de toneladas j\u00e1 laboradas) e o p\u00f3s-projeto seria de 7 milh\u00f5es de toneladas, (que representariam o aumento das 8 milh\u00f5es de toneladas para 15 milh\u00f5es de toneladas). Obviamente, que sendo uma empresa nova, poder\u00edamos considerar que o aumento \u00e9 de zero para quinze milh\u00f5es, o que at\u00e9 beneficiaria o projeto, mas para al\u00e9m de n\u00e3o parecer correto, empolaria imenso os r\u00e1cios financeiros.<\/strong><\/p>\n<p>RPF10 &#8211; Considerando que o projeto de investimento em causa tem como objetivo aumentar a capacidade de rece\u00e7\u00e3o de azeitona em 7 milh\u00f5es de toneladas deve-se considerar, como prop\u00f5e, que o pr\u00e9-projecto \u00e9 zero e que o p\u00f3s-projeto ser\u00e1 de 7 milh\u00f5es de toneladas, j\u00e1 que, como disse, no ano zero n\u00e3o houve labora\u00e7\u00e3o e o benef\u00edcio que decorre do investimento \u00e9 poder laborar mais 7 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p><strong>PF11 &#8211; A aquisi\u00e7\u00e3o de uma c\u00e2mara frigor\u00edfica modular, para armazenamento de fruta durante curtos per\u00edodos \u00e9 eleg\u00edvel na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb ou na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF11 &#8211; A aquisi\u00e7\u00e3o de uma c\u00e2mara frigor\u00edfica modular poder\u00e1 ser eleg\u00edvel quer no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, na rubrica \u201cEquipamento\u201d, sub-rubrica \u2013 \u201cC\u00e2mara frigor\u00edfica\u201d, de acordo com o disposto no ponto 2.1 do Anexo I da Portaria n.\u00ba 152\/2016, desde que se fundamente que este equipamento ser\u00e1 utilizado para a refrigera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o associada ao investimento; quer no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb na rubrica \u201cMateriais\u201d, sub-rubrica \u201cEquipamentos produtivos de transforma\u00e7\u00e3o, embalagem, congela\u00e7\u00e3o e refrigera\u00e7\u00e3o\u201d, de acordo com o disposto no ponto 2.3 do Anexo IV da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF16 &#8211; A constru\u00e7\u00e3o de uma pequena unidade de fabrico de sabonetes e outros produtos de cosm\u00e9tica \u00e0 base de leite de burra \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2?<\/strong><\/p>\n<p>RPF16 &#8211; Uma vez que o CAE 20420 \u201cFabrica\u00e7\u00e3o de perfumes, cosm\u00e9ticos e produtos de higiene\u201d n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel o investimento.<\/p>\n<p>No entanto, se a unidade for instalada dentro de uma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola poder\u00e1 ter enquadramento na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u201d se o GAL considerar o CAE eleg\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>PF18 &#8211; O CAE 11050 &#8211; Fabrica\u00e7\u00e3o de cerveja \u00e9 eleg\u00edvel na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF18 &#8211; O CAE 11050, correspondente \u00e0 atividade de fabrica\u00e7\u00e3o de cerveja, n\u00e3o se encontra entre os setores industriais apoiados pelo PDR2020 e listados no Anexo III da Portaria n.\u00ba 152\/2016, que regulamenta a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimento na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb, pelo que o mesmo n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>PF21 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb, um benefici\u00e1rio pode apresentar numa s\u00f3 candidatura investimentos associados a dois setores industriais identificados no Anexo III a que se refere a Portaria 152\/2016 de 25 de maio, ou, por limita\u00e7\u00e3o, cada processo de candidatura ter\u00e1 de corresponder apenas a um dos setores?<\/strong><\/p>\n<p>RPF21 &#8211; Ter\u00e1 de apresentar uma candidatura por setor industrial.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF24 &#8211; Uma entidade promotora submeteu uma candidatura, na qual prev\u00ea um conjunto de investimentos que potenciam o aumento da capacidade produtiva, estando associado o aumento do volume de trabalho e consequente aumento dos postos de trabalho.<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF24.1 &#8211; Caso parte dos investimentos sejam feitos ap\u00f3s a data de termo do concurso e antes da decis\u00e3o final pode a entidade promotora proceder \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o para satisfazer um posto de trabalho e ser considerado para efeitos de compromisso sobre a decis\u00e3o da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF24.2 &#8211; Caso a candidatura preveja a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho, pode ser criado um posto de trabalho ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outra s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos<\/strong>?<\/p>\n<p>RPF24 &#8211; A contrata\u00e7\u00e3o de pessoas ap\u00f3s a data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura possa ser considerada para o c\u00e1lculo da \u201ccria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho\u201d, dever\u00e1 ter sido feita at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e mantido at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o. A contrata\u00e7\u00e3o de pessoal antes da data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura ser\u00e1 considerada para o c\u00e1lculo da \u201cm\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d (situa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-projecto). A contra\u00e7\u00e3o de pessoal posterior a essa data e anterior \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento ser\u00e1 considerada no c\u00e1lculo do \u201cn\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento\u201d (situa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-projeto).<\/p>\n<p>RPF24.1 &#8211; A contrata\u00e7\u00e3o de pessoal, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o de posto de trabalho, tem de ser realizada ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura e at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento;<\/p>\n<p>RPF24.2 &#8211; Se um dos postos de trabalho for criado ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outro s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos (e assim sendo anterior ao \u00faltimo pedido de pagamento) ser\u00e1 considerado como sendo a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho.<\/p>\n<p><strong>PF26 \u2013 Relativamente \u00e0s Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o\u00bb e 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.1 &#8211; Existe obrigatoriedade de financiamento de um projeto de investimento por capitais pr\u00f3prios (exemplo: capital social\/presta\u00e7\u00f5es suplementares\/outro)?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.2 &#8211; Existe alguma % m\u00ednima de financiamento por capitais pr\u00f3prios ou pode o financiamento ser todo realizado com recurso a capitais alheios e incentivo do PDR2020, tendo em conta que a empresa cumpre com as regras de autonomia financeira?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.3 &#8211; Como capitais pr\u00f3prios para financiamento do projeto de investimento pode ser considerado o autofinanciamento que a empresa disponha, isto \u00e9, amortiza\u00e7\u00f5es + resultados l\u00edquidos do ano pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>RPF26<\/p>\n<p>RPF26.1 &#8211; O benefici\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 obrigado a recorrer a capitais pr\u00f3prios para financiar a parte do investimento que n\u00e3o \u00e9 financiada pelo Programa, podendo recorrer a capitais alheios. Salientamos que caso o benefici\u00e1rio decida recorrer a capitais alheios, deve fornecer essa informa\u00e7\u00e3o no formul\u00e1rio de candidatura, nomeadamente em \u201cRecursos Financeiros\u201d. Dever\u00e1 igualmente inscrever os custos decorrentes do recurso a capitais alheios, Rentabilidade (resumo).<\/p>\n<p>RPF26.2 &#8211; Considerando um benefici\u00e1rio que cumpra os r\u00e1cios de autonomia financeira exigidos pela Regulamenta\u00e7\u00e3o do apoio, n\u00e3o existe percentagem m\u00ednima de financiamento por capitais pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>RPF26.3 &#8211; Relativamente \u00e0 quest\u00e3o de se considerar as amortiza\u00e7\u00f5es + resultados l\u00edquidos da pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como autofinanciamento a resposta \u00e9 afirmativa. Estes valores podem, efetivamente ser considerados como autofinanciamento.<\/p>\n<p><strong>PF29 \u2013 No formul\u00e1rio de candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF29.1 &#8211; No quadro de rentabilidade (11.1) devemos ou n\u00e3o colocar o valor das amortiza\u00e7\u00f5es dos investimentos do projeto?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF29.2 &#8211; Quando um investimento afeta a moderniza\u00e7\u00e3o da empresa e com esse investimento a empresa n\u00e3o produz mais quantidade nem reduz o consumo de mat\u00e9rias-primas, mais sim o valor acrescentado da produ\u00e7\u00e3o, no quadro da rentabilidade pode haver varia\u00e7\u00e3o apenas dos proveitos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF29<\/p>\n<p>RPF29.1 \u2013 No quadro de rentabilidade (11.1) deve colocar o valor das amortiza\u00e7\u00f5es dos investimentos do projeto.<\/p>\n<p>RPF29.2 &#8211; Um investimento pode, efetivamente, afetar apenas o pre\u00e7o do produto, sem altera\u00e7\u00e3o dos custos e das quantidades. Esta situa\u00e7\u00e3o dever\u00e1, no entanto, ser bem justificada j\u00e1 que, na maioria dos casos, h\u00e1 tamb\u00e9m varia\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o ou nos custos.<\/p>\n<p><strong>PF30 \u2013 Somos uma empresa de produ\u00e7\u00e3o de azeite, para al\u00e9m da transforma\u00e7\u00e3o de azeitona proveniente de olival pr\u00f3prio, transformamos azeitona comprada a pequenos olivicultores. A venda \u00e9 realizada diretamente ao consumidor final e a intermedi\u00e1rios (com\u00e9rcio). Pretendemos melhorar as condi\u00e7\u00f5es de venda ao consumidor final, adaptando um espa\u00e7o junto ao lagar e adquirindo equipamento para fazer uma loja na explora\u00e7\u00e3o. Assim, questionamos se este investimento \u00e9 eleg\u00edvel na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb.<\/strong><\/p>\n<p>RPF30 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis investimentos relacionados com o com\u00e9rcio a retalho, pelo que os investimentos com a cria\u00e7\u00e3o da loja referidos n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis nesta opera\u00e7\u00e3o. Mais se informa que a comercializa\u00e7\u00e3o a retalho apenas poder\u00e1 ter enquadramento no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, se a respetiva CAE constar do aviso de abertura a definir pelo GAL a que concorrer e se se inserir numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em atividade, abrangendo esse conceito o assento de lavoura da mesma. Tal como referido na Portaria n.\u00ba 152\/2016 que regulamenta a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3, os apoios previstos destinam-se \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de atividades nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, pelo que se os investimentos a realizar n\u00e3o ocorrerem numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ou n\u00e3o fizerem parte do assento de lavoura da mesma, n\u00e3o ter\u00e1 enquadramento.<\/p>\n<p><strong>PF37 &#8211; Existe enquadramento na a\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb de Panificadoras Pastelarias (Fabrico de produtos de pastelaria); Chocolataria (produ\u00e7\u00e3o de chocolate artesanal); Melaria \u2013 linha de processamento e embalamento; Plantas Arom\u00e1ticas e Medicinais \u2013 linha de processamento.<\/strong><\/p>\n<p>RPF37 &#8211; As atividades referidas de panifica\u00e7\u00e3o, pastelaria e chocolataria n\u00e3o t\u00eam enquadramento na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb, pois os respetivos CAE 10711 \u2013 Panifica\u00e7\u00e3o, 10712 &#8211; Pastelaria e 10821 \u2013 Fabrica\u00e7\u00e3o de Cacau e de Chocolate, n\u00e3o se encontram entre os referidos no Anexo III da Portaria n.\u00ba 152\/2016. Os investimentos identificados relativos a uma linha de transforma\u00e7\u00e3o completa para o processamento de plantas arom\u00e1ticas s\u00e3o eleg\u00edveis. A melaria poder\u00e1 ter enquadramento na referida opera\u00e7\u00e3o, enquanto comercializa\u00e7\u00e3o e associada ao CAE 46382 \u201cCom\u00e9rcio por grosso de outros produtos alimentares, n.e.\u201d, caso o benefici\u00e1rio n\u00e3o produza o mel e proceda apenas \u00e0 sua extra\u00e7\u00e3o e embalamento. Caso o benefici\u00e1rio seja o pr\u00f3prio produtor, a melaria ter\u00e1 enquadramento na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb.<\/p>\n<p><strong>PF42 &#8211; Numa candidatura \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb est\u00e3o previstos um conjunto de investimentos que potenciam o aumento da capacidade produtiva, estando associado o aumento do volume de trabalho e consequente aumento dos postos de trabalho.<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF42.1 &#8211; Caso parte dos investimentos sejam feitos ap\u00f3s a data de termo do concurso e antes da decis\u00e3o final pode o benefici\u00e1rio proceder \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o para satisfazer um posto de trabalho e ser considerado para efeitos de compromisso sobre a decis\u00e3o da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF42.2 &#8211; Caso a candidatura preveja a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho, pode ser criado um posto de trabalho ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outra s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF42 &#8211; Em resposta ao seu e-mail, que mereceu a nossa melhor aten\u00e7\u00e3o, informamos que, para que a contrata\u00e7\u00e3o de pessoal ap\u00f3s a data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura possa ser considerada para o c\u00e1lculo da \u201ccria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho\u201d, dever\u00e1, de acordo com a al\u00ednea f) do artigo 4\u00ba e com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, ter sido feita at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento [al\u00ednea f) do artigo 4\u00ba] e mantido at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o (\u2026) [al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba]. Assim, a contrata\u00e7\u00e3o de pessoal em data anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura ser\u00e1 considerada para o c\u00e1lculo da \u201cm\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d (situa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-projecto); e as contra\u00e7\u00f5es posteriores a esta data e anteriores \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento ser\u00e3o considerados no c\u00e1lculo do \u201cn\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento\u201d (situa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-projeto) e respeitarem a al\u00ednea f) do artigo 4\u00ba.<\/p>\n<p>RPF42.1 &#8211; A contrata\u00e7\u00e3o de pessoal, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o de posto de trabalho, tem de ser realizada ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura e at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento.<\/p>\n<p>RPF42.2 &#8211; Se um dos postos de trabalho for criado ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outro s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos (e assim sendo anterior ao \u00faltimo pedido de pagamento) ser\u00e1 considerado como sendo a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF45 &#8211; O benefici\u00e1rio tem atualmente estagi\u00e1rios com respetivos contratos est\u00e1gios na empresa (os estagi\u00e1rios t\u00eam contribui\u00e7\u00f5es para ISS e como tal s\u00e3o mencionados nas folhas de remunera\u00e7\u00f5es entregues na ISS) e pretende integr\u00e1-los no final do contrato de est\u00e1gio com contrato de trabalho a termo certo ou sem termo. Estes postos de trabalho s\u00e3o considerados cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho nas candidaturas?<\/strong><\/p>\n<p>RPF45 &#8211; Informamos que os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o considerados como tendo v\u00ednculo contratual. Assim sendo, e considerando que os referidos estagi\u00e1rios poder\u00e3o vir a ter um v\u00ednculo contratual com o benefici\u00e1rio (contrato de trabalho), a possibilidade de o benefici\u00e1rio pontuar no crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o PT da VGO, depender\u00e1 do cumprimento do estabelecido na al\u00ednea f) do artigo 4.\u00ba e da al\u00ednea m) do artigo 50.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF46 &#8211; Relativamente \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica n.\u00ba26\/2016-vers\u00e3o 1 (p\u00e1g.7), onde refere que \u201co valor residual dos investimentos\u2026, considerando-se, relativamente aos edif\u00edcios 50% do seu valor total\u2026\u201d, pretendo saber se este valor total dos edif\u00edcios refere-se ao valor total da rubrica \u201cconstru\u00e7\u00f5es\u201d ou apenas a edif\u00edcios. No caso de ser apenas aos edif\u00edcios, est\u00e3o inclu\u00eddos os valores das escava\u00e7\u00f5es, revestimento das paredes interiores, caixilharias, carpintarias, instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica e pichelaria?<\/strong><\/p>\n<p>RPF46 \u2013 \u201cO valor residual dos investimentos\u2026, considerando-se, relativamente aos edif\u00edcios 50% do seu valor total\u2026\u201d refere-se \u00e0 rubrica do formul\u00e1rio \u201cMateriais \u2013 Edif\u00edcios e outras constru\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p><strong>PF49 \u2013 Na prepara\u00e7\u00e3o de uma candidatura \u00e0 opera\u00e7\u00e3o \u00ab10.2.1.2 &#8211; Pequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o\u00bb, para uma cozinha regional de produ\u00e7\u00e3o de fumeiro, licores e compotas, verificamos que no ponto 4.1 \u2013 Caracteriza\u00e7\u00e3o do Projecto do Formul\u00e1rio de Candidatura, CAE da opera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se encontram dispon\u00edveis os CAE \u201c10130 \u2013 Fabrica\u00e7\u00e3o de produtos \u00e0 base de carne\u201d e \u201c10393 \u2013 Fabrica\u00e7\u00e3o de doces, geleias e marmelada\u201d, que se encontram no anexo III da portaria n.\u00ba152\/2016, de 25 de Maio.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pretendemos ainda saber se \u00e9 poss\u00edvel colocar na candidatura a produ\u00e7\u00e3o de licores, uma vez que a cozinha regional que se pretende \u00e9 uma unidade \u00fanica com subunidades para as tr\u00eas produ\u00e7\u00f5es: fumeiro, compotas e licores. O projeto j\u00e1 se encontra aprovado pelo Munic\u00edpio e tem programadas as 3 atividades no mesmo edif\u00edcio.<\/strong><\/p>\n<p>RPF49 &#8211; Informamos que no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u2013 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o\u00bb apenas poder\u00e1 apresentar uma candidatura por setor industrial.<\/p>\n<p>Ainda assim, esclarecemos que no formul\u00e1rio de candidatura, p\u00e1gina 4, para lhe serem apresentadas os CAE identificados na sua mensagem, ter\u00e1 de no campo \u201cSetor do Projeto\u201d selecionar os setores \u201cCarne de bovino\/aves de capoeira\/su\u00edno\/ovino e caprino\u201d para o CAE 10130, \u201cVinhos\u201d para o CAE 11021, ou \u201cFrutas e produtos hort\u00edcolas transformados\u201d para o CAE 10393.<\/p>\n<p><strong>PF54 &#8211; Como se verifica a Autonomia Financeira a um agricultor com contabilidade simplificada na Opera\u00e7\u00e3o \u00ab10.2.1.2 \u2013 Pequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF54 &#8211; No caso de pessoas singulares com contabilidade simplificada, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel calcular a AF pelo que se aplica o disposto no n.\u00ba 5 do artigo 15.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016, ou seja, esses benefici\u00e1rios devem suportar com capitais pr\u00f3prios pelo menos 25% do custo total eleg\u00edvel do investimento, devendo fazer prova da exist\u00eancia desses capitais pr\u00f3prios, atrav\u00e9s de documenta\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria ou outra que comprove o pressuposto.<\/p>\n<p><strong>PF60 &#8211; A atividade ap\u00edcola (produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria) \u00e9 equivalente a atividade agr\u00edcola para todos os efeitos legais sempre que h\u00e1 recolha de mel e p\u00f3len e venda em bruto (a granel ?)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando existe componente de embalamento e venda direta ou comercializa\u00e7\u00e3o para lojas comerciais, a atividade ap\u00edcola insere-se na \u201c transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o \u201c de produtos agr\u00edcolas? Qual o CAE a adotar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF60 &#8211; A atividade ap\u00edcola \u00e9 considerada uma atividade agr\u00edcola inserida na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb, incluindo a melaria e o embalamento.<\/p>\n<p>Apenas a comercializa\u00e7\u00e3o ou a produ\u00e7\u00e3o de um novo produto transformado do mel (ex. mel com frutos secos) \u00e9 que s\u00e3o considerados na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2.<\/p>\n<p><strong>PF62 \u2013 \u00c9 eleg\u00edvel o financiamento de uma planta\u00e7\u00e3o de pinheiro manso para produ\u00e7\u00e3o de pinh\u00e3o na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 &#8211; \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb? E a sua transforma\u00e7\u00e3o, considera-se como na 2\u00aa transforma\u00e7\u00e3o e o apoio atrav\u00e9s da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 &#8211; \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF62 &#8211; Relativamente \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o de determinadas esp\u00e9cies em atividades agr\u00edcolas ou florestais (nomeadamente pinheiro manso e castanheiro) a regra \u00e9: quando h\u00e1 aproveitamento do fruto as atividades s\u00e3o agr\u00edcolas (caso do pinheiro manso em que se colhe a pinha para aproveitamento do fruto), quando n\u00e3o h\u00e1 aproveitamento do fruto as atividades s\u00e3o florestais (castanheiro para madeira).<\/p>\n<p>Nos investimentos relacionados com a extra\u00e7\u00e3o do pinh\u00e3o produzido numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola estes s\u00e3o eleg\u00edveis na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1, devendo ser dimensionados \u00e0 necessidade da explora\u00e7\u00e3o; se se tratar de transformar pinh\u00e3o negro em pinh\u00e3o branco trata-se de uma opera\u00e7\u00e3o eleg\u00edvel \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2.<\/p>\n<p><strong>PF63 \u2013 A transforma\u00e7\u00e3o de avestruzes est\u00e1 inclu\u00edda no CAE 10120 \u2013 Abate de Aves?<\/strong><\/p>\n<p>RPF63 &#8211; A transforma\u00e7\u00e3o de carne de avestruz est\u00e1 inclu\u00edda na CAE 10120.<\/p>\n<p><strong>PF64 \u2013 Qual o CAE em que deve ser inserido um investimento na secagem de frutos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF64 &#8211; Este investimento \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito da CAE 10392.<\/p>\n<p><strong>PF66 \u2013 Qual a diferen\u00e7a entre &#8220;moderniza\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;capacita\u00e7\u00e3o&#8221;?<\/strong><\/p>\n<p>RPF66 &#8211; No formul\u00e1rio de candidatura entende-se por moderniza\u00e7\u00e3o quando se pretende melhorar algo que existe e por capacita\u00e7\u00e3o quando o investimento vai originar um novo produto.<\/p>\n<p><strong>PF67 \u2013 O que significa valor residual?<\/strong><\/p>\n<p>RPF67 &#8211; Corresponde ao valor de um bem quando este atinge o fim da sua vida \u00fatil.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.<\/p>\n<p><strong>PF72 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 &#8211; \u00abPequenos Investimentos na Transforma\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o de Produtos Agr\u00edcolas\u00bb \u00e9 eleg\u00edvel a aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos para a lavagem de nozes e respetivo embalamento, tendo em vista a sua comercializa\u00e7\u00e3o? Esta comercializa\u00e7\u00e3o pode ser efetuada atrav\u00e9s de com\u00e9rcio a retalho e\/ou venda direta ao consumidor final ou apenas com\u00e9rcio por grosso?<\/strong><\/p>\n<p>RPF72 \u2013 Os investimentos em apre\u00e7o s\u00e3o considerados investimentos de comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas, pois n\u00e3o alteram as caracter\u00edsticas do produto. S\u00e3o eleg\u00edveis, na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2, os investimentos de comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas que se enquadrem no Anexo I do Tratado de Funcionamento da Uni\u00e3o Europeia (TFUE), bem como a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos transformados, das CAE, constantes no Anexo III da Portaria n.\u00ba 152\/2016. As nozes s\u00e3o consideradas um produto agr\u00edcola, no \u00e2mbito do cap\u00edtulo 8 do Anexo I do Tratado de Funcionamento da Uni\u00e3o Europeia (TFUE), e, portanto, os investimentos de comercializa\u00e7\u00e3o relacionados com este produto s\u00e3o eleg\u00edveis na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2, desde que digam respeito a investimentos eleg\u00edveis de acordo com o previsto na Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito desta opera\u00e7\u00e3o apenas s\u00e3o eleg\u00edveis investimentos de com\u00e9rcio por grosso.<\/p>\n<p><strong>PF75 \u2013 Elegibilidade da aquisi\u00e7\u00e3o de c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o e de congela\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>RPF75 &#8211; Esclarece-se que relativamente \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis enquanto as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o n\u00e3o o s\u00e3o. De facto, enquanto as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o n\u00e3o alteram o produto, permitindo a venda dos mesmos nos mercados dos frescos, e respeitando, por isso, o ponto 2.5.2 da OTE n\u00ba 25\/2016, referente a esta opera\u00e7\u00e3o, as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o induzem a altera\u00e7\u00e3o do produto. Nesta opera\u00e7\u00e3o as c\u00e2maras de refrigera\u00e7\u00e3o dever\u00e3o, ainda, estar dimensionadas de acordo com as produ\u00e7\u00f5es esperadas relativamente ao investimento em causa.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb tanto as c\u00e2maras frigor\u00edficas como as c\u00e2maras de congela\u00e7\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis, j\u00e1 que, nesta opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 permitida a 1\u00aa transforma\u00e7\u00e3o dos produtos agr\u00edcolas.<\/p>\n<p><strong>PF76 \u2013 Um candidato que apenas tem como atividade o CAE 01610 \u00e9 eleg\u00edvel como benefici\u00e1rio \u00e0s opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3?<\/strong><\/p>\n<p>RPF76 \u2013 Apesar de na norma, estar \u201cO exerc\u00edcio da atividade agr\u00edcola h\u00e1 mais de um ano \u00e9 verificado, documentalmente, com envio, pelo promotor, de Certid\u00e3o cadastral que comprove que tem atividade aberta \u00e0 mais de um ano, numa CAE agr\u00edcola (01)\u201d este procedimento n\u00e3o se sobrep\u00f5e \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de atividade agr\u00edcola \u201ca produ\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o ou o cultivo de produtos agr\u00edcolas, incluindo a colheita, a ordenha, a cria\u00e7\u00e3o de animais e a deten\u00e7\u00e3o de animais para fins de produ\u00e7\u00e3o\u201d.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 &#8211; Diversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-3&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521222182298{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas?\u00a0<\/strong>Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/p>\n<p>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF8 &#8211; No formul\u00e1rio de candidatura no &#8220;Mapa 13.1. M\u00e3o-de-obra&#8221; o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente ao que consta na IES 2015 (ano pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o) ou referente a folha de remunera\u00e7\u00f5es de dezembro de 2015?<\/strong><\/p>\n<p>RPF8 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o valor de UTA e n.\u00ba de pessoas para a pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o \u00e9 o referente \u201c\u00e0 m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d conforme ponto f) do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Refere-se ainda que uma UTA equivale a 1800 h\/ano, de acordo com o Anexo VIII da referida portaria.<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF12 \u2013 Quais as condi\u00e7\u00f5es, requisitos e incentivos\/subs\u00eddios para implementa\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de turismo rural em aldeias?<\/strong><\/p>\n<p>RPF12 &#8211; No \u00e2mbito do PDR2020 s\u00f3 s\u00e3o eleg\u00edveis apoios \u00e0s unidades de alojamento tur\u00edstico, nas tipologias definidas no ANEXO VI da Portaria n.\u00ba 152\/2016, que se insiram em explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas em atividade, abrangendo esse conceito o assento de lavoura das mesmas. Tal como referido nessa portaria que regulamenta a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, os apoios previstos destinam-se \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de atividades nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, pelo que se os investimentos a realizar n\u00e3o ocorrerem numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ou n\u00e3o fazerem parte do assento de lavoura da mesma, s\u00f3 poder\u00e3o aceder aos fundos disponibilizados pelos Programas Operacionais Regionais.<\/p>\n<p><strong>PF16 &#8211; A constru\u00e7\u00e3o de uma pequena unidade de fabrico de sabonetes e outros produtos de cosm\u00e9tica \u00e0 base de leite de burra \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2?<\/strong><\/p>\n<p>RPF16 &#8211; Uma vez que o CAE 20420 \u201cFabrica\u00e7\u00e3o de perfumes, cosm\u00e9ticos e produtos de higiene\u201d n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel o investimento.<\/p>\n<p>No entanto, se a unidade for instalada dentro de uma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola poder\u00e1 ter enquadramento na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb se o GAL considerar o CAE eleg\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>PF18 &#8211; O CAE 11050 &#8211; Fabrica\u00e7\u00e3o de cerveja \u00e9 eleg\u00edvel na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF18 &#8211; O CAE 11050, correspondente \u00e0 atividade de fabrica\u00e7\u00e3o de cerveja, n\u00e3o se encontra entre os setores industriais apoiados pelo PDR2020 e listados no Anexo III da Portaria n.\u00ba 152\/2016, que regulamenta a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb, pelo que o mesmo n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>PF20 \u2013 Como pode ser comprovada a exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>RPF20 \u2013 A exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o pode ser comprovada, nomeadamente, pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura; ou atrav\u00e9s de outra documenta\u00e7\u00e3o, por exemplo: manifestos de produ\u00e7\u00e3o (vinha), comprovativos de terem recebido subs\u00eddios, ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola, RPU \u2013 regime de pagamento \u00fanico, declara\u00e7\u00e3o das cooperativas a confirmar a entrega de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF23 \u2013 Um promotor do PRODER, ainda com idade compreendida entre os 18 e 40 anos, com a candidatura ainda em execu\u00e7\u00e3o, que pontua\u00e7\u00e3o obt\u00e9m no crit\u00e9rio Jovem Agricultor (JA) das VOG das Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3?<\/strong><\/p>\n<p>RPF23 &#8211; Para as Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.1 e 10.2.1.3, e de acordo com a subal\u00ednea ii) do ponto 2.4 da OTE n.\u00ba 25\/2016, referente \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.1 \u00abPequenos investimentos nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas\u00bb e com a subal\u00ednea i) do ponto 2.4 da OTE n\u00ba 29\/2016, referente \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, para o benefici\u00e1rio pontuar no crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o \u201cJA\u201d, \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura, dever\u00e1 ter a idade compreendida entre os 18 e 40 anos inclusive e candidatura aprovada ao abrigo da A\u00e7\u00e3o 3.1. Ou seja, promotores com projetos apresentados no PRODER obter\u00e3o pontua\u00e7\u00e3o 0 (zero) no crit\u00e9rio em quest\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF24 &#8211; Uma entidade promotora submeteu uma candidatura, na qual prev\u00ea um conjunto de investimentos que potenciam o aumento da capacidade produtiva, estando associado o aumento do volume de trabalho e consequente aumento dos postos de trabalho.<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF24.1 &#8211; Caso parte dos investimentos sejam feitos ap\u00f3s a data de termo do concurso e antes da decis\u00e3o final pode a entidade promotora proceder \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o para satisfazer um posto de trabalho e ser considerado para efeitos de compromisso sobre a decis\u00e3o da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF24.2 &#8211; Caso a candidatura preveja a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho, pode ser criado um posto de trabalho ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outra s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos?<\/strong><\/p>\n<p>RPF24 &#8211; A contrata\u00e7\u00e3o de pessoas ap\u00f3s a data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura possa ser considerada para o c\u00e1lculo da \u201ccria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho\u201d, dever\u00e1 ter sido feita at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e mantido at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o. A contrata\u00e7\u00e3o de pessoal antes da data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura ser\u00e1 considerada para o c\u00e1lculo da \u201cm\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d (situa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-projecto). A contra\u00e7\u00e3o de pessoal posterior a essa data e anterior \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento ser\u00e1 considerada no c\u00e1lculo do \u201cn\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento\u201d (situa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-projeto).<\/p>\n<p>RPF24.1 &#8211; A contrata\u00e7\u00e3o de pessoal, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o de posto de trabalho, tem de ser realizada ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura e at\u00e9 ao momento anterior \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento;<\/p>\n<p>RPF24.2 &#8211; Se um dos postos de trabalho for criado ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura e outro s\u00f3 pr\u00f3ximo do termo da execu\u00e7\u00e3o dos investimentos (e assim sendo anterior ao \u00faltimo pedido de pagamento) ser\u00e1 considerado como sendo a cria\u00e7\u00e3o de dois postos de trabalho.<\/p>\n<p><strong>PF26 \u2013 Relativamente \u00e0s Opera\u00e7\u00f5es 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o\u00bb e 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.1 &#8211; Existe obrigatoriedade de financiamento de um projeto de investimento por capitais pr\u00f3prios (exemplo: capital social\/presta\u00e7\u00f5es suplementares\/outro)?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.2 &#8211; Existe alguma % m\u00ednima de financiamento por capitais pr\u00f3prios ou pode o financiamento ser todo realizado com recurso a capitais alheios e incentivo do PDR2020, tendo em conta que a empresa cumpre com as regras de autonomia financeira?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF26.3 &#8211; Como capitais pr\u00f3prios para financiamento do projeto de investimento pode ser considerado o autofinanciamento que a empresa disponha, isto \u00e9, amortiza\u00e7\u00f5es + resultados l\u00edquidos do ano pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>RPF26<\/p>\n<p>RPF26.1 &#8211; O benefici\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 obrigado a recorrer a capitais pr\u00f3prios para financiar a parte do investimento que n\u00e3o \u00e9 financiada pelo Programa, podendo recorrer a capitais alheios. Salientamos que caso o benefici\u00e1rio decida recorrer a capitais alheios, deve fornecer essa informa\u00e7\u00e3o no formul\u00e1rio de candidatura, nomeadamente em \u201cRecursos Financeiros\u201d. Dever\u00e1 igualmente inscrever os custos decorrentes do recurso a capitais alheios, Rentabilidade (resumo).<\/p>\n<p>RPF26.2 &#8211; Considerando um benefici\u00e1rio que cumpra os r\u00e1cios de autonomia financeira exigidos pela Regulamenta\u00e7\u00e3o do apoio, n\u00e3o existe percentagem m\u00ednima de financiamento por capitais pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>RPF26.3 &#8211; Relativamente \u00e0 quest\u00e3o de se considerar as amortiza\u00e7\u00f5es + resultados l\u00edquidos da pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como autofinanciamento a resposta \u00e9 afirmativa. Estes valores podem, efetivamente ser considerados como autofinanciamento.<\/p>\n<p><strong>PF30 \u2013 Somos uma empresa de produ\u00e7\u00e3o de azeite, para al\u00e9m da transforma\u00e7\u00e3o de azeitona proveniente de olival pr\u00f3prio, transformamos azeitona comprada a pequenos olivicultores. A venda \u00e9 realizada diretamente ao consumidor final e a intermedi\u00e1rios (com\u00e9rcio). Pretendemos melhorar as condi\u00e7\u00f5es de venda ao consumidor final, adaptando um espa\u00e7o junto ao lagar e adquirindo equipamento para fazer uma loja na explora\u00e7\u00e3o. Assim, questionamos se este investimento \u00e9 eleg\u00edvel na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb.<\/strong><\/p>\n<p>RPF30 &#8211; No \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.2 \u00abPequenos investimentos na transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas\u00bb n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis investimentos relacionados com o com\u00e9rcio a retalho, pelo que os investimentos com a cria\u00e7\u00e3o da loja referidos n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis nesta opera\u00e7\u00e3o. Mais se informa que a comercializa\u00e7\u00e3o a retalho apenas poder\u00e1 ter enquadramento no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, se a respetiva CAE constar do aviso de abertura a definir pelo GAL a que concorrer e se se inserir numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em atividade, abrangendo esse conceito o assento de lavoura da mesma. Tal como referido na Portaria n.\u00ba 152\/2016 que regulamenta a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3, os apoios previstos destinam-se \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de atividades nas explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, pelo que se os investimentos a realizar n\u00e3o ocorrerem numa explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ou n\u00e3o fizerem parte do assento de lavoura da mesma, n\u00e3o ter\u00e1 enquadramento.<\/p>\n<p><strong>PF 31 &#8211; Uma promotora tem uma pequena explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, de onde produz alguns produtos para consumo pr\u00f3prio\/fam\u00edlia (n\u00e3o tem rendimento declarado), recebe subs\u00eddios e tem direito a gas\u00f3leo agr\u00edcola. Pretende construir um Alojamento Local numa parte da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. Deste modo, a promotora \u00e9 considerada como benefici\u00e1ria para a Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb (artigo 21.\u00ba da Portaria 152\/2016) e cumpre o crit\u00e9rio expresso na al\u00ednea i) do n.\u00ba 1 do artigo 22.\u00ba?<\/strong><\/p>\n<p>RPF 31 &#8211; Para cumprir o disposto na al\u00ednea i) do n.\u00ba 1 do artigo 22.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016, de 25 de maio, os candidatos \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb t\u00eam que deter a titularidade de uma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, comprovada atrav\u00e9s do registo no Sistema de Identifica\u00e7\u00e3o Parcelar (SIP), aquando da cria\u00e7\u00e3o dos pol\u00edgonos de investimento nas salas de parcel\u00e1rio, ou, sendo membros do agregado familiar do titular da explora\u00e7\u00e3o, t\u00eam que estar legalmente autorizados a utilizar os meios de produ\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola diretamente relacionados com a opera\u00e7\u00e3o, nos termos indicados nessa al\u00ednea.<\/p>\n<p>Da mesma forma, o benefici\u00e1rio ter\u00e1 de exercer a atividade agr\u00edcola ou, ainda que n\u00e3o a exer\u00e7a, ser membro do agregado familiar da pessoa singular que a exerce, tal como definido no artigo 21.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p>Dever\u00e1 ainda atender ao exposto na al\u00ednea iv) do n.\u00ba 2.3.1 da OTE n.\u00ba 29\/2016, nomeadamente no que diz respeito \u00e0 necessidade de comprova\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o, seja pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura seja pela apresenta\u00e7\u00e3o de outra documenta\u00e7\u00e3o, como por exemplo a ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola.<\/p>\n<p><strong>PF32 &#8211; Um casal de agricultores (com explora\u00e7\u00e3o e rendimentos agr\u00edcolas) pretende desenvolver uma atividade n\u00e3o agr\u00edcola enquadrada na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb. Para tal ir\u00e1 constituir uma sociedade com os filhos (n\u00e3o agricultores) e transferir, ap\u00f3s a candidatura, toda a atividade e explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola para a sociedade. Podemos considerar como benefici\u00e1rio esta sociedade? Cumpre os respetivos crit\u00e9rios de elegibilidade?<\/strong><\/p>\n<p>RPF32 \u2013 Considerando que a sociedade, como n\u00e3o existia at\u00e9 \u00e0 data da candidatura, n\u00e3o apresenta um hist\u00f3rico de exerc\u00edcio da atividade agr\u00edcola, esta n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel na Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb. Chamamos a aten\u00e7\u00e3o que os crit\u00e9rios de elegibilidade t\u00eam de ser cumpridos pelo benefici\u00e1rio e que no caso apresentado este \u00e9 a pessoa coletiva e n\u00e3o os s\u00f3cios da mesma.<\/p>\n<p><strong>PF36 &#8211; Pretendo candidatar-me \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb e pretendo saber se um terreno de dimens\u00f5es reduzidas (1200 m2) com \u00e1rvores de fruto, que sustentam uma pequena ind\u00fastria para produ\u00e7\u00e3o de compotas, pode ser considerado como uma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola?<\/strong><\/p>\n<p>RPF36 &#8211; Dever\u00e1 atender \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola prevista na al\u00ednea l) do artigo 4.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016, de 25 de maio, devendo ainda considerar que, no \u00e2mbito de uma candidatura, \u00e9 obrigat\u00f3rio o registo das \u00e1reas de investimento bem como das parcelas beneficiadas no Sistema de Identifica\u00e7\u00e3o Parcelar, de acordo com a al\u00ednea g) do artigo 8\u00ba, da portaria n\u00ba 152\/2016. N\u00e3o existe dimens\u00e3o m\u00ednima para a explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola devendo, no entanto, os investimentos realizados ter, de acordo com a al\u00ednea d) do artigo 9\u00ba, da portaria n\u00ba 152\/2016, apresentarem coer\u00eancia t\u00e9cnica, econ\u00f3mica e financeira.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF45 &#8211; O benefici\u00e1rio tem atualmente estagi\u00e1rios com respetivos contratos est\u00e1gios na empresa (os estagi\u00e1rios t\u00eam contribui\u00e7\u00f5es para ISS e como tal s\u00e3o mencionados nas folhas de remunera\u00e7\u00f5es entregues na ISS) e pretende integr\u00e1-los no final do contrato de est\u00e1gio com contrato de trabalho a termo certo ou sem termo. Estes postos de trabalho s\u00e3o considerados cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho nas candidaturas?<\/strong><\/p>\n<p>RPF45 &#8211; Informamos que os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o considerados como tendo v\u00ednculo contratual. Assim sendo, e considerando que os referidos estagi\u00e1rios poder\u00e3o vir a ter um v\u00ednculo contratual com o benefici\u00e1rio (contrato de trabalho), a possibilidade de o benefici\u00e1rio pontuar no crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o PT da VGO, depender\u00e1 do cumprimento do estabelecido na al\u00ednea f) do artigo 4.\u00ba e da al\u00ednea m) do artigo 50.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016.<\/p>\n<p><strong>PF50 \u2013 Uma empresa que apenas iniciou a sua atividade em 2016 pode candidatar-se \u00e0 &#8220;Diversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola&#8221; uma vez que n\u00e3o tem nenhuma IES para comprovar os rendimentos agr\u00edcolas no ano anterior \u00e0 candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF50 &#8211; Informamos que de acordo com o disposto no n.\u00ba 1 do artigo 21.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016 o benefici\u00e1rio ter\u00e1 de exercer a atividade agr\u00edcola, n\u00e3o sendo obrigat\u00f3rio exerc\u00ea-la h\u00e1 mais de um ano.<\/p>\n<p>Mais informamos que de acordo com o indicado no Anexo I da OTE n.\u00ba 29\/2016, a comprova\u00e7\u00e3o desse exerc\u00edcio deve ser efetuada atrav\u00e9s da entrega do IRC ou da IES do titular da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, bem como de documento que comprove a exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o \u201cnomeadamente pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura ou atrav\u00e9s de outra documenta\u00e7\u00e3o, por exemplo: manifestos de produ\u00e7\u00e3o (vinha), comprovativos de terem recebido subs\u00eddios, ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola, RPU \u2013 regime de pagamento \u00fanico, declara\u00e7\u00f5es das cooperativas a confirmar a entrega da produ\u00e7\u00e3o\u201d (de acordo com a al\u00ednea iv, do ponto 2.3.1, da OTE 29\/2016).<\/p>\n<p><strong>PF51 \u2013 Relativamente \u00e0 opera\u00e7\u00e3o \u00ab10.2.1.3 &#8211; Diversifica\u00e7\u00e3o da atividade na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb, considerando a Portaria 125\/2016 e a OTE 29\/2016, e sendo titular duma explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, comprovado por documento comprovativo de ter recebido subs\u00eddios, nomeadamente o Regime de Pequena Agricultura, poderei autorizar a utiliza\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola necess\u00e1rios \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o conforme definido no iv do ponto 2.3.1 da OTE 29\/2016? Poder\u00e3o os 3 elementos do agregado familiar (filhos), constitu\u00edrem-se em sociedade para apresentar candidatura a esta a\u00e7\u00e3o? Em caso afirmativo pode um dos titulares da sociedade ter participa\u00e7\u00e3o na sociedade superior a 50% do capital? A constitui\u00e7\u00e3o da sociedade obedece a objetivos espec\u00edficos, nomeadamente no que respeita ao seu objeto?<\/strong><\/p>\n<p>RPF51 &#8211; Informamos que tendo por base o disposto no artigo 21.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016, nenhuma pessoa coletiva poder\u00e1 ser considerada como membro de um agregado familiar. Assim sendo, se o atual titular da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola transferir a titularidade da mesma para a sociedade, esta poder\u00e1 candidatar-se \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 &#8211; \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb. \u00c9 de real\u00e7ar que esta explora\u00e7\u00e3o dever\u00e1 continuar, no futuro, a desenvolver atividade agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Mais informamos que n\u00e3o se encontra estabelecido pelo regime de aplica\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 qualquer exig\u00eancia sobre a estrutura societ\u00e1ria do benefici\u00e1rio, pelo que nada obsta a que a sociedade benefici\u00e1ria seja detida em mais de 50 % por determinado s\u00f3cio.<\/p>\n<p>Esclarecemos ainda que a certid\u00e3o permanente da sociedade benefici\u00e1ria ter\u00e1 de possuir um objeto, assim como CAE, que se coadunem com a atividade a desenvolver no \u00e2mbito do projeto a apresentar.<\/p>\n<p><strong>PF53 \u2013 Como deve ser atestada a condi\u00e7\u00e3o de membro do agregado familiar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF53 &#8211; A Portaria 152\/2016, de 25 de maio, cont\u00e9m a defini\u00e7\u00e3o de membro do agregado familiar na sua al\u00ednea n) do art.\u00ba 4.\u00ba \u00abMembro do agregado familiar\u00bb &#8211; a pessoa que vive em economia comum com o titular da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, ligados por rela\u00e7\u00e3o familiar jur\u00eddica ou uni\u00e3o de facto\u201d.<\/p>\n<p>Ainda assim e face a quest\u00f5es sugeridas, clarifica-se o conceito de agregado familiar:<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do agricultor (pessoa singular que exerce a atividade agr\u00edcola), integram o respetivo agregado familiar as seguintes pessoas que com ele vivam em economia comum:<\/p>\n<ul>\n<li>C\u00f4njuge ou pessoa em uni\u00e3o de facto h\u00e1 mais de dois anos;<\/li>\n<li>Parentes e afins maiores ou menores, em linha reta e em linha colateral;<\/li>\n<li>Adotantes, tutores e pessoas a quem o benefici\u00e1rio esteja confiado por decis\u00e3o judicial ou administrativa de entidades ou servi\u00e7os legalmente competentes para o efeito;<\/li>\n<li>Adotados e tutelados pelo benefici\u00e1rio ou qualquer dos elementos do agregado familiar e crian\u00e7as e jovens confiados por decis\u00e3o judicial ou administrativa de entidades ou servi\u00e7os legalmente competentes para o efeito ao benefici\u00e1rio ou a qualquer dos elementos do agregado familiar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para efeitos de tutela legal a uni\u00e3o de facto tem de existir h\u00e1 mais de dois anos, o mesmo no caso da afinidade, ou seja, considera -se equiparada a afinidade, a rela\u00e7\u00e3o familiar resultante de situa\u00e7\u00e3o de uni\u00e3o de facto h\u00e1 mais de dois anos.<\/p>\n<p>Consideram-se em economia comum as pessoas que vivam em comunh\u00e3o de mesa e habita\u00e7\u00e3o e tenham estabelecido entre si uma viv\u00eancia comum de entreajuda e partilha de recursos, sem preju\u00edzo do disposto no n\u00famero seguinte.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o considerados como elementos do agregado familiar as pessoas que se encontrem em qualquer das seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Quando exista v\u00ednculo contratual entre as pessoas, designadamente subloca\u00e7\u00e3o e hospedagem que implique resid\u00eancia ou habita\u00e7\u00e3o comum;<\/li>\n<li>Quando exista a obriga\u00e7\u00e3o de conviv\u00eancia por presta\u00e7\u00e3o de atividade laboral para com alguma das pessoas do agregado familiar;<\/li>\n<li>Sempre que a economia comum esteja relacionada com a prossecu\u00e7\u00e3o de finalidades transit\u00f3rias;<\/li>\n<li>Quando exista coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica ou psicol\u00f3gica ou outra conduta atentat\u00f3ria da autodetermina\u00e7\u00e3o individual relativamente a alguma das pessoas inseridas no agregado familiar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A comprova\u00e7\u00e3o da economia comum deve ser efetuada atrav\u00e9s do IRS, ou por declara\u00e7\u00e3o da junta de freguesia que atesta a composi\u00e7\u00e3o desse agregado. \u00c9 declarativo mas como conduz a eventual crime de presta\u00e7\u00e3o de falsas declara\u00e7\u00f5es merece \u201ccr\u00e9dito\u201d.<\/p>\n<p><strong>PF67 \u2013 O que significa valor residual?<\/strong><\/p>\n<p>RPF67 &#8211; Corresponde ao valor de um bem quando este atinge o fim da sua vida \u00fatil.<\/p>\n<p><strong>PF68 &#8211; O que se entende por &#8220;diversifica\u00e7\u00e3o&#8221; na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 &#8211; \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o das atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF68 &#8211; Entende-se por diversifica\u00e7\u00e3o a realiza\u00e7\u00e3o de novas atividades, n\u00e3o agr\u00edcolas, numa explora\u00e7\u00e3o que j\u00e1 esteja em atividade.<\/p>\n<p><strong>PF69 \u2013 \u00c9 eleg\u00edvel uma destilaria para gin de mirtilo na opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 &#8211; \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o das atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb?<\/strong><\/p>\n<p>RPF69 &#8211; Investimento numa destilaria para gin de mirtilo poder\u00e1 ser financiada na opera\u00e7\u00e3o referida.<\/p>\n<p><strong>PF70 \u2013 No \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3 temos 3 quest\u00f5es:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF70.1 &#8211; Pretendemos desenvolver um turismo rural pela constru\u00e7\u00e3o de uma casa de madeira. Podemos apresentar 3 or\u00e7amentos para a constru\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel, da parte de 3 construtoras de casas de madeira diferentes? A nossa d\u00favida prende-se com o facto da maioria das construtores de casas de madeira terem o seu pr\u00f3prio projeto de arquitetura associado a cada casa, pelo que torna-se muito complicado obter 3 or\u00e7amentos para uma \u00fanica casa em particular.<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF70.2 &#8211; Para este mesmo turismo rural, \u00e9 necess\u00e1rio ou \u00e9 aconselh\u00e1vel ter o pedido de licenciamento pr\u00e9vio apresentado na c\u00e2mara municipal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF70.3 &#8211; Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio de efici\u00eancia energ\u00e9tica, se colocarmos l\u00e2mpadas LED e eletrodom\u00e9sticos de alta efici\u00eancia energ\u00e9tica, \u00e9 suficiente para nos ser atribu\u00edda a pontua\u00e7\u00e3o de 20 nesse crit\u00e9rio?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF70.4 &#8211; Um jovem agricultor financiado como Jovem Agricultor em Primeira Instala\u00e7\u00e3o, ao abrigo do regime de transi\u00e7\u00e3o tem enquadramento dentro do PDR2020 (pontua\u00e7\u00e3o de 20) ou dentro do Proder (pontua\u00e7\u00e3o de 0)?<\/strong><\/p>\n<p>RPF70 \u2013 Respostas:<\/p>\n<p>RPF70.1 &#8211; Relativamente \u00e0 quest\u00e3o \u201cda maioria das construtores de casas de madeira terem o seu pr\u00f3prio projeto de arquitetura associado a cada casa\u201d isto n\u00e3o impede que os or\u00e7amentos a apresentar cumpram os crit\u00e9rios definidos pelo proponente (exo: n\u00ba de quartos, \u00e1rea m\u00ednima dos quartos, salas, instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, etc.). Assim sendo, deve ficar evidenciado nos 3 or\u00e7amentos a enviar, que estes cumprem os crit\u00e9rios do proponente, apesar de poderem ter projetos de arquitetura distintos.<\/p>\n<p>RPF70.2 &#8211; De acordo com o referido no n.\u00ba 3 do Anexo I da OTE n.\u00ba 29\/2016, \u00e9 exigido o alvar\u00e1 de licen\u00e7a ou a admiss\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para a realiza\u00e7\u00e3o de obras de edifica\u00e7\u00e3o, \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o do pedido de pagamento, em que sejam apresentadas as despesas que os exijam. Contudo, tendo em aten\u00e7\u00e3o que, de acordo com o artigo 56\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, o promotor tem, no m\u00e1ximo, 24 meses para executar a opera\u00e7\u00e3o, seria aconselh\u00e1vel j\u00e1 \u201cter o pedido de licenciamento pr\u00e9vio apresentado na c\u00e2mara municipal\u201d.<\/p>\n<p>RPF70.3 &#8211; Em rela\u00e7\u00e3o ao crit\u00e9rio de efici\u00eancia energ\u00e9tica, os investimentos referidos enquadram-se na tipologia \u201cinvestimentos em efici\u00eancia energ\u00e9tica\u201d. No entanto, para que lhes possa ser atribu\u00edda a pontua\u00e7\u00e3o de 20, ter\u00e3o de representar um valor significativo do investimento (superior a 5% do investimento total eleg\u00edvel).<\/p>\n<p>RPF70.4 &#8211; Relativamente aos Jovens Agricultores aprovados ao abrigo do regime de transi\u00e7\u00e3o, para receber pontua\u00e7\u00e3o relativa ao crit\u00e9rio \u201cJA &#8211; Candidatura apresentada por jovem agricultor em primeira instala\u00e7\u00e3o\u201d, conforme ponto 2.4, da OTE n.\u00ba 29\/2016, a opera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ter sido aprovada no \u00e2mbito da a\u00e7\u00e3o 3.1 \u201cJovens Agricultores\u201d do PDR2020.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.<\/p>\n<p><strong>PF73 \u2013 Tenho uma propriedade agr\u00edcola onde existem uns edif\u00edcios que quero recuperar alojamento tur\u00edstico. Que documenta\u00e7\u00e3o tenho de apresentar para provar que existe atividade agr\u00edcola na propriedade? A atividade ap\u00edcola \u00e9 suficiente?<\/strong><\/p>\n<p>RPF73 &#8211; De acordo com o disposto no n.\u00ba 1 do artigo 21.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016 o benefici\u00e1rio ter\u00e1 de exercer a atividade agr\u00edcola, n\u00e3o sendo obrigat\u00f3rio exerc\u00ea-la h\u00e1 mais de um ano. Mais informamos que de acordo com o indicado na al\u00ednea iv, do ponto 2.3.1, da OTE 29\/2016, a comprova\u00e7\u00e3o desse exerc\u00edcio deve ser efetuada atrav\u00e9s da entrega da IES do titular da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, ou de documento que comprove a exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o \u201cnomeadamente pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura ou atrav\u00e9s de outra documenta\u00e7\u00e3o, por exemplo: manifestos de produ\u00e7\u00e3o (vinha), comprovativos de terem recebido subs\u00eddios, ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola, RPU \u2013 regime de pagamento \u00fanico, declara\u00e7\u00f5es das cooperativas a confirmar a entrega da produ\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Relativamente \u00e0 atividade ap\u00edcola esta constitui uma atividade agr\u00edcola e assim \u00e9 uma atividade que permite cumprir os crit\u00e9rios anteriormente referidos, desde que se apresentem os respetivos documentos.<\/p>\n<p><strong>PF74 &#8211; Pretendo candidatar-me a apoios no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.3. &#8211; \u00abDiversifica\u00e7\u00e3o de atividades na explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u00bb. Ap\u00f3s an\u00e1lise da OTE n\u00ba29\/2016, agradecia se poss\u00edvel um esclarecimento relativamente \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o a entregar para efeitos do pedido de apoio. Verifico que no ponto 4 do Anexo I, \u00e9 solicitado que seja entregue a \u00daltima Declara\u00e7\u00e3o de Rendimentos e\/ou IES do titular da explora\u00e7\u00e3o (demonstrativas de que este exerce a atividade agr\u00edcola e de que o promotor faz parte do seu agregado familiar). Na situa\u00e7\u00e3o em concreto do projeto que pretendo desenvolver, serei eu o promotor e o titular da explora\u00e7\u00e3o registada no sistema de parcel\u00e1rio, a atividade agr\u00edcola desenvolvida consiste na cultura do olival, vinha e cereais, no entanto face \u00e0 pequena dimens\u00e3o da propriedade, n\u00e3o s\u00e3o gerados rendimentos que eu possa evidenciar atrav\u00e9s de declara\u00e7\u00e3o de rendimentos e\/ou IES.<\/strong><\/p>\n<p>RPF74 &#8211; Informamos que de acordo com o disposto no n.\u00ba 1 do artigo 21.\u00ba da Portaria n.\u00ba 152\/2016 o benefici\u00e1rio ter\u00e1 de exercer a atividade agr\u00edcola, n\u00e3o sendo obrigat\u00f3rio exerc\u00ea-la h\u00e1 mais de um ano. Mais informamos que de acordo com o indicado na al\u00ednea iv, do ponto 2.3.1, da OTE 29\/2016, a comprova\u00e7\u00e3o desse exerc\u00edcio deve ser efetuada atrav\u00e9s da entrega da IES do titular da explora\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, ou de documento que comprove a exist\u00eancia de atividade agr\u00edcola na explora\u00e7\u00e3o \u201cnomeadamente pela apresenta\u00e7\u00e3o de comprovativos da exist\u00eancia de rendimentos provenientes da agricultura ou atrav\u00e9s de outra documenta\u00e7\u00e3o, por exemplo: manifestos de produ\u00e7\u00e3o (vinha), comprovativos de terem recebido subs\u00eddios, ficha do gas\u00f3leo agr\u00edcola, RPU \u2013 regime de pagamento \u00fanico, declara\u00e7\u00f5es das cooperativas a confirmar a entrega da produ\u00e7\u00e3o\u201d (de acordo com).<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.4 &#8211; Cadeias curtas e mercados locais&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-4&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521222256135{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas? Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/strong><\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.5 &#8211; Promo\u00e7\u00e3o de produtos de qualidade locais&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-5&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521222318102{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas? Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/strong><\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.6 &#8211; Renova\u00e7\u00e3o de aldeias&#8221; tab_id=&#8221;operacao-10-2-1-6&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1521222383762{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>PF1 \u2013 Sou propriet\u00e1rio de um pr\u00e9dio urbano que pretendo recuperar no \u00e2mbito da opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.6 \u00abRenova\u00e7\u00e3o de aldeias\u00bb. Sou \u201cpessoa singular\u201d e penso na hip\u00f3tese de fazer um alojamento local. Quais os requisitos necess\u00e1rios para a candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF1 &#8211; Os crit\u00e9rios de elegibilidade, tanto do benefici\u00e1rio, como do projeto, necess\u00e1rios cumprir para apresentar a sua candidatura \u00e0 opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.6 \u00abRenova\u00e7\u00e3o de aldeias\u00bb encontram-se identificados nos artigos 45.\u00ba e 46.\u00ba, respetivamente, da Portaria n.\u00ba 152\/2016, de 25 de maio.<\/p>\n<p>Salientamos ainda que de acordo com o artigo 43.\u00ba da mesma Portaria, a opera\u00e7\u00e3o 10.2.1.6 \u00abRenova\u00e7\u00e3o de aldeias\u00bb tem como objetivos a preserva\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dos elementos patrimoniais locais, paisag\u00edsticos e ambientais, pelo que se a reconstru\u00e7\u00e3o que pretende realizar se destina \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma unidade de alojamento tur\u00edstico, nomeadamente de alojamento local, esclarecemos que n\u00e3o ter\u00e1 enquadramento na opera\u00e7\u00e3o em causa.<\/p>\n<p><strong>PF3 &#8211; O regime de aplica\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o 10.2 &#8211; Implementa\u00e7\u00e3o de Estrat\u00e9gias, integrada na medida 10 &#8211; Leader, definido pela Portaria 152\/2016, de 25 de maio, define que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho \u00e9 aferida pela diferen\u00e7a entre o n\u00famero de trabalhadores da empresa no momento da apresenta\u00e7\u00e3o do \u00faltimo pedido de pagamento e a m\u00e9dia mensal do n\u00famero de trabalhadores nos seis meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o de candidatura, demonstrado atrav\u00e9s dos mapas de seguran\u00e7a social. Ainda assim, existem algumas d\u00favidas relativamente a esta quest\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.1 No encerramento \u00e9 apenas o mapa do m\u00eas de encerramento, mas se estivermos a falar de uma opera\u00e7\u00e3o sazonal, que criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, e o pedido de pagamento for efetuado j\u00e1 fora de campanha, como s\u00e3o contabilizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.2 No pr\u00e9-projecto, se nos mapas estiverem pessoas que est\u00e3o sujeitas a est\u00e1gio, entram para a m\u00e9dia ou n\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.3 Por quanto tempo \u00e9 que a empresa tem de salvaguardar que tem mais colaboradores que no pr\u00e9-projecto? Apenas no encerramento ou at\u00e9 fim do v\u00ednculo contratual? E como se vai provar, solicitam o mapa de seguran\u00e7a social periodicamente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.4 O que acontece com uma pessoa que s\u00f3 est\u00e1 a descontar para o subs\u00eddio de f\u00e9rias e de natal visto que se encontra de baixa. Essa pessoa conta ou n\u00e3o? Em empresas pequenas, muitas vezes essas pessoas est\u00e3o a ser substitu\u00eddas durante a baixa. Far\u00e1 sentido contarmos as duas? Estaremos a penalizar a m\u00e9dia. Nesses casos n\u00e3o deveria contar, ou devia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>PF3.5 D\u00favida relativamente aos estagi\u00e1rios. Uma empresa que tenha nos mapas de SS de pr\u00e9-projecto um estagi\u00e1rio e que ap\u00f3s a conclus\u00e3o do est\u00e1gio o contrata j\u00e1 ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, neste caso pode ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>RPF3. \u2013 Esclarecemos que:<\/p>\n<p>RPF3.1 O caso referido &#8211; criou 5 postos de trabalho durante 5 meses, que representam mais de uma UTA, mas o pedido de pagamento \u00e9 efetuado j\u00e1 fora de campanha \u2013 n\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho, porque para que o fosse teria tamb\u00e9m de respeitar a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d;<\/p>\n<p>RPF3.2 Os estagi\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o contabiliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, tanto na pr\u00e9-opera\u00e7\u00e3o como na altura do pagamento;<\/p>\n<p>RPF3.3 De acordo com a al\u00ednea m) do artigo 50\u00ba \u201cmanter os postos de trabalho criados at\u00e9 ao termo do per\u00edodo de cinco anos contados a partir da data de concess\u00e3o do apoio, ou at\u00e9 \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos (\u2026)\u201d. Este crit\u00e9rio \u00e9 comprovado atrav\u00e9s da solicita\u00e7\u00e3o de mapas de remunera\u00e7\u00e3o que comprovem a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>RPF3.4 Relativamente \u00e0s pessoas que est\u00e3o de baixa e as que est\u00e3o a substitu\u00ed-las deve-se considerar uma pessoa eleg\u00edvel, para que n\u00e3o haja duplica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>RPF3.5 No exemplo apresentado o estagi\u00e1rio apresentado s\u00f3 poderia ser considerado como cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho se \u201cn\u00e3o tivesse tido v\u00ednculo com a empresa benefici\u00e1ria ou empresas parceiras ou associadas desta, durante os 12 meses anteriores \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d, de acordo com o n\u00famero f), do artigo 4.\u00ba da portaria n\u00ba 152\/2016, de 25 de maio. Assim, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, a data de contrata\u00e7\u00e3o do estagi\u00e1rio tinha de ser posterior a 12 meses \u00e0 data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p><strong>PF9 &#8211; No \u00e2mbito da prepara\u00e7\u00e3o da candidatura foram recolhidos 3 or\u00e7amentos para cada uma das despesas. Quando na p\u00e1gina inicial do or\u00e7amento n\u00e3o consta o CAE, o fornecedor anexou a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa. Questiono se poderemos considerar v\u00e1lidos esses or\u00e7amentos onde anexam informa\u00e7\u00e3o sobre o CAE?<\/strong><\/p>\n<p>RPF9 &#8211; Vimos por este meio esclarecer que o procedimento referido \u201canexar a certid\u00e3o permanente atualizada, onde consta o CAE principal, secund\u00e1ria e demais informa\u00e7\u00e3o sobre a empresa\u201d confirma o CAE principal e secund\u00e1rio do fornecedor.<\/p>\n<p><strong>PF22 &#8211; O compromisso de perman\u00eancia de uma candidatura \u00e9 de cinco anos independentemente do imobilizado do investimento, ou o compromisso de perman\u00eancia \u00e9 calculado atrav\u00e9s da m\u00e9dia ponderada da vida \u00fatil dos investimentos a realizar?<\/strong><\/p>\n<p>RPF22 \u2013 O per\u00edodo de vig\u00eancia do termo de aceita\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o do apoio \u00e9 de cinco anos a contar da data da submiss\u00e3o eletr\u00f3nica do mesmo, ou at\u00e9 \u00e0 data da conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, se esta ultrapassar os cinco anos.<\/p>\n<p><strong>PF44 \u2013 Na compara\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos com os mesmos itens de m\u00e1quinas e ferramentas, verificamos que um mesmo or\u00e7amento tem itens mais baratos e outros mais caros quando comparados com os outros. Assim sendo, pergunto se \u00e9 poss\u00edvel selecionar os itens mais baratos em cada or\u00e7amento e adquirir as m\u00e1quinas e ferramentas aos 3 fornecedores, ou se tenho que selecionar o or\u00e7amento mais baixo de apenas um fornecedor?<\/strong><\/p>\n<p>RPF44 &#8211; Informamos que, caso seja poss\u00edvel adquirir individualmente cada um dos referidos itens a um fornecedor em particular, n\u00e3o h\u00e1 qualquer impedimento de proceder da forma descrita. Mais informamos que os benefici\u00e1rios n\u00e3o ficam obrigados a recorrer aos fornecedores considerados em sede de submiss\u00e3o de candidatura, podendo adquirir bens ou servi\u00e7os a outros fornecedores para realiza\u00e7\u00e3o dos investimentos aprovados, desde que cumpram todos os crit\u00e9rios exigidos no Regulamento de Aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>PF71 \u2013 \u00c9 necess\u00e1rio que a aquisi\u00e7\u00e3o dos bens \/ servi\u00e7os em fase de execu\u00e7\u00e3o de candidatura aprovada seja aos fornecedores dos or\u00e7amentos \/ faturas pr\u00f3-forma apresentados em candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>RPF71 &#8211; Poder\u00e3o ser aceites, em sede de pedido de pagamento, faturas de fornecedores diferentes dos emissores dos or\u00e7amentos apresentados aquando da candidatura. Poder\u00e3o, nomeadamente, tratar-se de despesas realizadas a fornecedores estrangeiros.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1523015123549{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 0px !important;}&#8221;]<\/p>\n<h3>SI2E &#8211; <strong>Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego<\/strong><\/h3>\n<p>Caso n\u00e3o obtenha resposta \u00e0 sua quest\u00e3o poder\u00e1 faz\u00ea-lo diretamente\u00a0no\u00a0<a href=\"http:\/\/norte2020.pt\/apoio-ao-utilizador\">s\u00edtio do Norte2020<\/a>[\/vc_column_text][vc_tta_accordion style=&#8221;flat&#8221; shape=&#8221;square&#8221; spacing=&#8221;5&#8243; c_icon=&#8221;chevron&#8221; c_position=&#8221;right&#8221; active_section=&#8221;0&#8243; no_fill=&#8221;true&#8221; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Defini\u00e7\u00f5es&#8221; tab_id=&#8221;si2e-definicoes&#8221;][vc_column_text]<strong>Quest\u00e3o: O que se entende por empresa?<\/strong><\/p>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o de empresa consta da al\u00ednea e) do artigo 2.\u00ba do SI2E, nos seguintes termos: \u201cqualquer entidade que, independentemente da sua forma jur\u00eddica, exerce uma atividade econ\u00f3mica, atrav\u00e9s da oferta em concorr\u00eancia de bens ou servi\u00e7os no mercado, sendo, nomeadamente, consideradas como tais as entidades que exercem uma atividade artesanal ou outras atividades a t\u00edtulo individual ou familiar, as sociedades de pessoas ou as associa\u00e7\u00f5es que exercem regularmente uma atividade econ\u00f3mica\u201d.<\/p>\n<p>Chama-se a particular aten\u00e7\u00e3o para o cumprimento do crit\u00e9rio de elegibilidade estabelecido na al\u00ednea i) do n.\u00ba 2 artigo 8.\u00ba, ou seja, \u201cserem micro ou pequenas empresas certificadas eletronicamente pelo IAPMEI\u201d, bem como para eventuais restri\u00e7\u00f5es em sede de aviso.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Qual \u00e9 o ano de refer\u00eancia para efeitos da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego que constitui um crit\u00e9rio de elegibilidade da opera\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>O ano de refer\u00eancia para efeitos da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego reporta-se \u00e0 data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o conforme defini\u00e7\u00e3o estabelecida na al\u00ednea c) do artigo 2.\u00ba do SI2E.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;\u00c2mbito setorial&#8221; tab_id=&#8221;si2e-ambito-setorial&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522949711594{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: A al\u00ednea c) do n.\u00ba 1 do artigo 5.\u00ba exclui o sector da transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas constantes do Anexo I do Tratado de Funcionamento da Uni\u00e3o Europeia e transforma\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos florestais. Atendendo a que a Portaria n.\u00ba 152\/2016 que regulamenta o DLBC inclui estes produtos na 1\u00aa transforma\u00e7\u00e3o e na comercializa\u00e7\u00e3o por grosso, ser\u00e1 que o SI2E apoiar\u00e1 a 2.\u00aa transforma\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o a retalho dos produtos constantes do Anexo I do Tratado?<\/strong><\/p>\n<p>O SI2E apoiar\u00e1 a 2.\u00aa transforma\u00e7\u00e3o de produtos agr\u00edcolas em n\u00e3o agr\u00edcolas e a comercializa\u00e7\u00e3o a retalho dos produtos constantes do Anexo I do Tratado, desde que fora das explora\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Confirma-se que as atividades de transportes ser\u00e3o eleg\u00edveis?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, as atividades de transportes n\u00e3o est\u00e3o excecionadas no artigo 5.\u00ba do SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Qual a possibilidade dos neg\u00f3cios sociais serem objeto de candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>O artigo 5.\u00ba da Portaria n.\u00ba 105\/2017 n\u00e3o exclui as atividades relacionadas com a economia social.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A limita\u00e7\u00e3o imposta em termos de elegibilidade das CAE aplica-se apenas \u00e0 vertente de investimento (FEDER) ou tamb\u00e9m \u00e0 de FSE?<\/strong><\/p>\n<p>O artigo 5.\u00ba aplica-se a todas as opera\u00e7\u00f5es, independentemente do Fundo envolvido.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Crit\u00e9rios de elegibilidade dos benefici\u00e1rios&#8221; tab_id=&#8221;si2e-ceb&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1523004679232{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: A empresa tem de estar constitu\u00edda \u00e0 data da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, o artigo 7.\u00ba do SI2E prev\u00ea como benefici\u00e1rios as micro e pequenas empresas. Por outro lado, a al\u00ednea a), do n.\u00ba 1, do artigo 8.\u00ba do mesmo regulamento estabelece como crit\u00e9rio de elegibilidade dos benefici\u00e1rios \u201cestarem legalmente constitu\u00eddos\u201d.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como ser\u00e1 avaliado o n.\u00ba 2 e 3 do artigo 8.\u00ba sobre impedimentos e condicionamentos? Que documenta\u00e7\u00e3o dever\u00e1 o benefici\u00e1rio enviar?<\/strong><\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios de elegibilidade em causa s\u00e3o aferidos atrav\u00e9s de declara\u00e7\u00e3o por parte do benefici\u00e1rio em sede de preenchimento do formul\u00e1rio de candidatura. N\u00e3o existe qualquer especificidade decorrente do SI2E relativamente nem a impedimentos dos benefici\u00e1rios nem quanto \u00e0s situa\u00e7\u00f5es que lhes imp\u00f5em acesso condicionado aos FEEI, para al\u00e9m do disposto no artigo 8\u00ba da Portaria, aplicando-se o ai previsto, assim como os artigos 13.\u00ba e 14.\u00ba do Decreto-Lei n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro, que estabelece as regras gerais de aplica\u00e7\u00e3o dos Programas Operacionais financiados.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A empresa para apresentar candidatura deve ter contabilidade organizada?<\/strong><\/p>\n<p>Conforme estabelecido na al\u00ednea h) do artigo 24.\u00ba do D.L n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro, os benefici\u00e1rios devem \u201cter um sistema de contabilidade organizada ou simplificada, de acordo com o legalmente exigido\u201d. Assim, n\u00e3o existe qualquer especificidade decorrente do SI2E, relembrando que as regras contabil\u00edsticas a observar pelas empresas decorrem das leis fiscais que lhes forem aplic\u00e1veis. A empresa deve cumprir com todas as suas obriga\u00e7\u00f5es legais, para que a atividade a ser apoiada seja legal e regular.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: \u00c9 poss\u00edvel apresentar uma candidatura por um empres\u00e1rio em nome individual?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, o artigo 7.\u00ba do SI2E prev\u00ea como benefici\u00e1rios as micro e pequenas empresas na ace\u00e7\u00e3o das al\u00edneas e), relativo ao conceito de empresa, e h), relativo ao conceito PME, pelo que o empres\u00e1rio em nome individual constitui uma das formas jur\u00eddicas de cria\u00e7\u00e3o de uma empresa.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Um profissional liberal poder\u00e1 ser benefici\u00e1rio<\/strong> <strong>aos apoios previstos? E as Associa\u00e7\u00f5es Empresariais?<\/strong><\/p>\n<p>O SI2E tem como benefici\u00e1rios micro e pequenas empresas, certificadas eletronicamente pelo IAPMEI.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quais os requisitos para o empres\u00e1rio em nome individual poder apresentar uma candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o existe especificidade para estes benefici\u00e1rios, decorrente do SI2E. O relevante \u00e9 que os benefici\u00e1rios cumpram integralmente os requisitos constantes do artigo 8.\u00ba. Relembramos que o empres\u00e1rio ou empresa em nome individual (ENI) corresponde \u00e0 forma mais simples de constitui\u00e7\u00e3o de uma empresa, em que a mesma \u00e9 titulada apenas por um indiv\u00edduo, sendo assim frequentemente adotada pelos empreendedores que dirigem pequenos ou micro-neg\u00f3cios. Esta forma jur\u00eddica n\u00e3o depende de formalidades especiais, salvo o registo e a inscri\u00e7\u00e3o da firma no Registo Nacional de Pessoas Coletivas (RNPC).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Para mais informa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/span><\/p>\n<p>Balc\u00e3o do Empreendedor <a href=\"https:\/\/bde.portaldocidadao.pt\/evo\/landingpage.aspx\">https:\/\/bde.portaldocidadao.pt\/evo\/landingpage.aspx<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: No caso de candidatura para sociedades comerciais, as empresas j\u00e1 ter\u00e3o de estar formalmente constitu\u00eddas aquando da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, independentemente da forma jur\u00eddica s\u00e3o benefici\u00e1rios do SI2E as micro ou pequenas empresas, sendo um dos crit\u00e9rios de elegibilidade dos benefici\u00e1rios \u201cestarem legalmente constitu\u00eddos\u201d, nos termos da al\u00ednea a), do n.\u00ba 1, do artigo 8.\u00ba.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Sendo um dos crit\u00e9rios de elegibilidade dos benefici\u00e1rios serem micro ou pequenas empresas certificadas eletronicamente pelo IAPMEI, como se processa esta verifica\u00e7\u00e3o? <\/strong><\/p>\n<p>A certifica\u00e7\u00e3o PME \u00e9 assegurada pelo IAPMEI sendo um servi\u00e7o que, por via exclusivamente eletr\u00f3nica, atesta o cumprimento dos crit\u00e9rios de micro, pequena e m\u00e9dia empresa por parte das empresas nacionais, ao abrigo das disposi\u00e7\u00f5es do <a href=\"https:\/\/www.iapmei.pt\/getattachment\/PRODUTOS-E-SERVICOS\/Qualificacao-Certificacao\/Certificacao-PME\/Decreto-Lei-372-2007.pdf.aspx\">Decreto-Lei n.\u00ba 372\/2007, na sua atual reda\u00e7\u00e3o. <\/a><\/p>\n<p><strong>Para mais informa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.iapmei.pt\/PRODUTOS-E-SERVICOS\/Qualificacao-Certificacao\/Certificacao-PME.aspx\">https:\/\/www.iapmei.pt\/PRODUTOS-E-SERVICOS\/Qualificacao-Certificacao\/Certificacao-PME.aspx<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O crit\u00e9rio estabelecido na al\u00ednea i) do n.\u00ba 1 do artigo 8.\u00ba dever\u00e1 apenas ser verificado para efeitos de aprova\u00e7\u00e3o? A partir do momento de execu\u00e7\u00e3o poder\u00e3o passar para outro tipo de certifica\u00e7\u00e3o (como p.ex. m\u00e9dia empresa)?<\/strong><\/p>\n<p>Este crit\u00e9rio ser\u00e1 verificado em sede de an\u00e1lise e de decis\u00e3o de aprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: De que forma podem ser comprovados os crit\u00e9rios de elegibilidade dos benefici\u00e1rios que constam das diversas al\u00edneas do art. 8\u00ba da Portaria 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o ? Quais os que podem ser comprovados pela via declarativa? Em concreto, como se afere o cumprimento das al\u00edneas \u201cc) Poderem legalmente desenvolver as atividades no territ\u00f3rio abrangido pelo Programa Operacional e pela tipologia das opera\u00e7\u00f5es e investimentos a que se candidatam\u201d e \u201cd) Possu\u00edrem, ou poderem assegurar at\u00e9 \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o da candidatura, os meios t\u00e9cnicos, f\u00edsicos, financeiros e humanos necess\u00e1rios ao desenvolvimento<\/strong> <strong>da opera\u00e7\u00e3o\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios de elegibilidade que podem ser comprovados pela via declarativa constam do formul\u00e1rio de candidatura. Relativamente aos dois crit\u00e9rios referidos poder\u00e3o ambos ser comprovados pela via declarativa aquando da submiss\u00e3o do formul\u00e1rio de candidatura.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Crit\u00e9rios de elegibilidade das opera\u00e7\u00f5es&#8221; tab_id=&#8221;si2e-criterios-elegibilidade-operacoes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522950084535{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: A limita\u00e7\u00e3o do custo eleg\u00edvel de at\u00e9 100.000 \u20ac (modalidade DLBC) e entre 100.000 \u20ac e 235.000 \u20ac (modalidade CIM) aplica-se apenas ao FEDER ou \u00e0 soma FEDER +FSE?<\/strong><\/p>\n<p>Conforme disp\u00f5e o artigo 9\u00ba, n\u00ba 2, da Portaria, aplica-se o FEDER.<\/p>\n<p>Para as candidaturas que apenas contemplam FSE esse valor ser\u00e1 o referencial de investimento, tendo em vista dirigir as candidaturas a um GAL ou a uma CIM\/AM.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como os GAL s\u00f3 atuam nas \u00e1reas rurais, onde se podem candidatar os benefici\u00e1rios localizados nas \u00e1reas urbanas cujas candidaturas sejam inferiores a 100 000 \u20ac?<\/strong><\/p>\n<p>Os GAL atuam tamb\u00e9m nas \u00e1reas urbanas e costeiras. O artigo 9.\u00ba tra\u00e7a uma fronteira de investimento CIM\/GAL independentemente da sua natureza urbana, rural ou costeira.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como \u00e9 aferida a modalidade de \u201cInterven\u00e7\u00f5es GAL\u201d ou \u201cInterven\u00e7\u00f5es CIM\/AM\u201d? Deve ser tida em conta o territ\u00f3rio onde resido ou onde pretendo instalar a empresa?<\/strong><\/p>\n<p>O benefici\u00e1rio poder\u00e1 candidatar-se em fun\u00e7\u00e3o das \u00e1reas territoriais e das estrat\u00e9gias de desenvolvimento previstas nos Pactos (CIM\/AM) e nas Estrat\u00e9gias de Desenvolvimento Local (GAL), tendo em conta o territ\u00f3rio onde pretende desenvolver a opera\u00e7\u00e3o FEDER e\/ou FSE.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O que acontece a uma candidatura submetida com o valor eleg\u00edvel proposto superior a \u20ac100.000 em que o valor eleg\u00edvel aferido em an\u00e1lise t\u00e9cnica \u00e9 inferior? \u00c9 reprovada no \u00e2mbito da ITI?\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>O custo eleg\u00edvel do investimento \u00e9, de acordo com o n.\u00ba 2 do artigo 9.\u00ba, um crit\u00e9rio espec\u00edfico de elegibilidade das opera\u00e7\u00f5es, que ser\u00e1 aferido em sede de an\u00e1lise e de decis\u00e3o da candidatura. A transfer\u00eancia de candidaturas entre CIM e GAL pode ser ponderada caso haja avisos abertos em simult\u00e2neo, com os mesmos objetivos, prioridades etc \u2026 e se essa transfer\u00eancia se vier a verificar transfer\u00edvel em termos de sistemas de informa\u00e7\u00e3o, circunst\u00e2ncia que pode traduzir um constrangimento (mat\u00e9ria a estabilizar ainda quanto \u00e0 possibilidade).<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como \u00e9 que se avaliam as al\u00edneas c) e d) n.\u00ba 2 do artigo 9.\u00ba? Que documenta\u00e7\u00e3o dever\u00e1 enviar o benefici\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n<p>Relativamente \u00e0 al\u00ednea c), devem ser identificadas no formul\u00e1rio de candidatura, no campo Caracteriza\u00e7\u00e3o do Financiamento, as fontes de financiamento (Capitais Pr\u00f3prios e Capitais Alheios) que sustentam o investimento proposto. Relativamente \u00e0 al\u00ednea d) ser\u00e1 avaliada atrav\u00e9s de um Plano de Neg\u00f3cios sum\u00e1rio a apresentar pelo benefici\u00e1rio, o qual dever\u00e1 salientar o objetivo do projeto e a forma como o pretende atingir, focando aspetos essenciais, tais como a estrat\u00e9gia, o mercado alvo, potenciais proveitos, recursos financeiros e a calendariza\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o. Estimulam-se as AG a encontrar um formato simplificado e harmonizado para este efeito.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A data da 1.\u00aa despesa referida na al\u00ednea b) do n.\u00ba 2 do artigo 9.\u00ba \u00e9 comprovada de que forma? Pela data da fatura? <\/strong><\/p>\n<p>A data da primeira despesa corresponde \u00e0 data da respetiva fatura.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como compatibilizar a exig\u00eancia de uma opera\u00e7\u00e3o estar enquadrada num projeto de cria\u00e7\u00e3o, expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de empresas e a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego, quando a opera\u00e7\u00e3o respeite apenas a uma das componentes de apoio \u2013 FEDER ou FSE?<\/strong><\/p>\n<p>Independentemente da candidatura ser cofinanciada exclusivamente por um dos Fundos, ou por ambos, constitui <strong>crit\u00e9rio geral de elegibilidade<\/strong> das opera\u00e7\u00f5es estarem enquadradas num projeto de cria\u00e7\u00e3o, expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de empresa e conduzirem \u00e0 cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego.<\/p>\n<p>O promotor tem a faculdade de apresentar uma candidatura financiada nas duas componentes de financiamento (candidatura multifundo) \u2013FEDER e FSE \u2013 ou apenas numa delas (monofundo) \u2013 FEDER ou FSE, sendo que:<\/p>\n<ul class=\"lista-geral\">\n<li>Se optar exclusivamente pelo cofinanciamento FEDER, a opera\u00e7\u00e3o deve conduzir obrigatoriamente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego, independentemente de ser solicitado apoio financeiro para apoio dos postos de trabalho;<\/li>\n<li>Se optar exclusivamente pelo cofinanciamento FSE, a cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego ou de postos de trabalho deve estar associada a um projeto de cria\u00e7\u00e3o, expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de empresa, implicando investimento, independentemente deste \u00faltimo n\u00e3o ser ou n\u00e3o ter sido objeto de cofinanciamento p\u00fablico.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Enquadramento legal<\/strong>: Artigo 9.\u00ba, n.\u00ba 1, al\u00edneas d) e e) do SI2E\u00a0conjugado com o n.\u00ba 3 do artigo 12.\u00ba e o Artigo 74.\u00ba n.\u00ba 7 da Portaria 97-A\/2015, de 30 de mar\u00e7o, alterada pelas Portarias n.\u00ba 181-C\/2015, de 19 de junho, e n.\u00ba 265\/2016, de 13 de outubro (REISE).<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: N\u00e3o poder\u00e1 existir apoio do FSE sem investimento associado, mesmo que este \u00faltimo n\u00e3o seja objeto de apoio pelo FEDER. Como se afere a exist\u00eancia de um investimento material, que permita o apoio FSE?<\/strong><\/p>\n<p>Na Mem\u00f3ria Descritiva a apresentar com o formul\u00e1rio de candidatura dever\u00e1 ser prestada informa\u00e7\u00e3o sobre o investimento associado ao apoio do FSE, a comprovar f\u00edsica e financeiramente em sede de acompanhamento.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: No caso de uma opera\u00e7\u00e3o exclusivamente cofinanciada pelo FSE, qual o\u00a0per\u00edodo\u00a0de refer\u00eancia, de realiza\u00e7\u00e3o do investimento que deve ser tido em conta?\u200b<\/strong><\/p>\n<p>O per\u00edodo de refer\u00eancia para o investimento corresponde ao per\u00edodo de dura\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, ainda que apenas apoiada pelo FSE.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Para projetos que beneficiam apenas da componente FSE, como diferenciar o instrumento (CIM\/GAL) a que o benefici\u00e1rio dever\u00e1 concorrer?<\/strong><\/p>\n<p>A diferencia\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser efetuada a partir do valor indicativo do investimento associado, de acordo com o estabelecido nas al\u00edneas i) e ii) da al\u00ednea a) do n.\u00ba 2 do artigo 9.\u00ba.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A cria\u00e7\u00e3o de emprego ter\u00e1 de ser realizada ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura? <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 importante ter em aten\u00e7\u00e3o que se trata de assegurar a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego, nos termos previstos na al\u00ednea e) do n.\u00ba 1 do artigo 9.\u00ba, de acordo com a defini\u00e7\u00e3o constante da al\u00ednea b) do artigo 2.\u00ba, todos do SI2E. Releva-se ainda que, em qualquer componente de apoio, apenas s\u00e3o eleg\u00edveis as despesas realizadas ap\u00f3s a data da candidatura, conforme determina o n.\u00ba 3 do artigo 10.\u00ba do SI2E.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Elegibilidade temporal&#8221; tab_id=&#8221;si2e-legibilidade-temporal&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522950240114{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: Qual o prazo m\u00e1ximo de realiza\u00e7\u00e3o de uma candidatura cofinanciada exclusivamente pelo FSE?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O prazo m\u00e1ximo de realiza\u00e7\u00e3o de uma candidatura cofinanciada exclusivamente pelo FSE \u00e9 de 18 meses, podendo ser prorrogado por um per\u00edodo adicional de 6 meses, conforme resulta de uma leitura conjugada do n.\u00ba 3 do artigo 10.\u00ba com o n.\u00ba 2 do artigo 9.\u00ba, ambos do RE SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Numa candidatura multifundo (FEDER e FSE), se as datas\u00a0de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o forem coincidentes, qual a data considerada para a componente FSE?<\/strong><\/p>\n<p>Numa candidatura multifundo existe uma opera\u00e7\u00e3o integrada com componentes distintas, FEDER e FSE, o que se traduz em procedimentos, decis\u00e3o e assinatura de termo de aceita\u00e7\u00e3o para cada dessas duas componentes.<\/p>\n<p>Conforme se trate de financiamento FEDER ou FSE, s\u00e3o aplic\u00e1veis as regras do respetivo Fundo, quando o SI2E n\u00e3o disponha em contr\u00e1rio. Assim, nas opera\u00e7\u00f5es cofinanciadas pelo FSE deve ser considerada como data de conclus\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o a data constante do cronograma aprovado como data final para a realiza\u00e7\u00e3o da sua \u00faltima a\u00e7\u00e3o, como resulta da pr\u00f3pria reda\u00e7\u00e3o da al\u00ednea c), do artigo 2.\u00ba do RE SI2E:<\/p>\n<p>&#8220;Data de conclus\u00e3o do projeto ou da opera\u00e7\u00e3o&#8221;, a data de emiss\u00e3o da \u00faltima fatura ou documento equivalente imput\u00e1vel ao projeto ou \u00e0 opera\u00e7\u00e3o, no \u00e2mbito do financiamento pelo FEDER, e a data que consta do cronograma aprovado como data final para a realiza\u00e7\u00e3o da sua \u00faltima a\u00e7\u00e3o, em opera\u00e7\u00f5es financiadas pelo FSE.\u201d<\/p>\n<p>Relembramos, no entanto, que estas despesas t\u00eam de ocorrer no prazo m\u00e1ximo de 18 meses previsto para a dura\u00e7\u00e3o da candidatura.<\/p>\n<p>Considerando que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida constitui condi\u00e7\u00e3o de acesso, a mesma deve ser comprovada ainda no decurso da execu\u00e7\u00e3o da componente FEDER.<\/p>\n<p>Enquadramento legal: Trata-se da adapta\u00e7\u00e3o da norma aplic\u00e1vel \u00e0s opera\u00e7\u00f5es cofinanciadas pelo FSE, prevista no artigo 25.\u00ba, n.\u00ba 7, al\u00ednea d) in fine do Decreto-Lei n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei n.\u00ba 215\/2015, de 6 de outubro.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Regras de elegibilidade e financiamento&#8221; tab_id=&#8221;regras-de-elegibilidade-e-financiamento&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522950766764{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: Relativamente ao FSE qual o montante m\u00e1ximo a que um benefici\u00e1rio se pode candidatar? Acumula com o FEDER at\u00e9 aos limites da portaria?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se encontra definido um montante m\u00e1ximo para o FSE.<\/p>\n<p>O FSE n\u00e3o acumula com o FEDER para os efeitos do artigo 9\u00ba, n\u00ba 2, da Portaria SI2E.<\/p>\n<p>Alerta-se para o facto de nos termos conjugados do n.\u00ba 6 do artigo 76.\u00ba do RE ISE com o artigo 21.\u00ba do SI2E, o montante global dos apoios FSE e FEDER a conceder n\u00e3o pode exceder, por empresa, o limite de 200 000 euros num per\u00edodo de tr\u00eas anos, de acordo com o enquadramento de minimis previsto no Regulamento (UE) n.\u00ba 1407\/2013, da Comiss\u00e3o, de 18 de dezembro, relativo \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o dos artigos 107.\u00ba e 108.\u00ba do Tratado sobre o Funcionamento da Uni\u00e3o Europeia aos aux\u00edlios de Estado.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Qual o mecanismo de controlo \/ verifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos limites associados aos aux\u00edlios de minimis?<\/strong><\/p>\n<p>A verifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos limites associados aos aux\u00edlios de minimis dever\u00e1 ser efetuada junto da ADC atrav\u00e9s do e-mail <a href=\"mailto:minimis@adcoesao.pt\">minimis@adcoesao.pt<\/a>.<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o dos apoios \u00e9 efetuada pelas Autoridades de Gest\u00e3o junto da ADC, na tramita\u00e7\u00e3o habitual dos sistemas de incentivos da competitividade.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ifdr.pt\/content.aspx?menuid=185\">http:\/\/www.ifdr.pt\/content.aspx?menuid=185<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quando o benefici\u00e1rio apresenta uma candidatura que inclui duas opera\u00e7\u00f5es, uma apoiada pelo FEDER e outra pelo FSE, poder\u00e3o ter per\u00edodos de execu\u00e7\u00e3o diferenciados, isto \u00e9, poder\u00e1 o investimento ser concretizado no per\u00edodo de 18 meses e, s\u00f3 ap\u00f3s a sua conclus\u00e3o, iniciar o per\u00edodo de execu\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o cofinanciada pelo FSE?<\/strong><\/p>\n<p>Quando a candidatura recorrer \u00e0s duas modalidades de apoio, isto \u00e9, FEDER e FSE, as opera\u00e7\u00f5es por Fundo poder\u00e3o ter per\u00edodos de execu\u00e7\u00e3o at\u00e9 18 meses, sendo a dura\u00e7\u00e3o m\u00e1xima da candidatura como um todo de 36 meses.<\/p>\n<p>Considerando que a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida constitui condi\u00e7\u00e3o de acesso, a mesma deve ser comprovada ainda no decurso da execu\u00e7\u00e3o da componente FEDER.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quais as consequ\u00eancias no caso de incumprimento total ou parcial da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho contratualizados em sede da candidatura aprovada, no caso de projetos FEDER?<\/strong><\/p>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es, face \u00e0 sua miss\u00e3o de apoio ao emprego, t\u00eam como condi\u00e7\u00e3o de elegibilidade a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, independentemente do Fundo, constituindo a sua manuten\u00e7\u00e3o, nos termos do artigo 19\u00ba da Portaria SI2E, uma das obriga\u00e7\u00f5es dos benefici\u00e1rios.<\/p>\n<p>O incumprimento poder\u00e1 dar lugar \u00e0 rescis\u00e3o do contrato de financiamento, ainda que exclusivamente FEDER.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: As isen\u00e7\u00f5es de TSU s\u00e3o consideradas \u201coutros apoios diretos ao investimento\u201d ou \u201coutros apoios diretos ao emprego aplic\u00e1veis ao mesmo posto de trabalho\u201d, na ace\u00e7\u00e3o do art\u00ba 14\u00ba do RE SI2E? E s\u00e3o-no quer esteja em causa a vertente FEDER ou FSE dos apoios do SI 2E? <\/strong><\/p>\n<p>Para as mesmas despesas eleg\u00edveis, os incentivos concedidos ao abrigo do SI2E n\u00e3o s\u00e3o cumul\u00e1veis com outros apoios diretos ao investimento nem com outros apoios diretos ao emprego aplic\u00e1veis ao mesmo posto de trabalho.<\/p>\n<p>A isen\u00e7\u00e3o da TSU n\u00e3o \u00e9 considerada como um apoio direto ao emprego.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Uma empresa rec\u00e9m-criada, de com\u00e9rcio, possui dois estabelecimentos localizados em duas CIM distintas. Esta empresa possui projectos de moderniza\u00e7\u00e3o para ambos os estabelecimentos e pretende apresentar candidatura ao SI2E. Tratando-se localiza\u00e7\u00f5es integradas em CIM distintas \u00e9 poss\u00edvel apresentar uma s\u00f3 candidatura ao SI2E que abranja ambos os estabelecimentos? Ou, como cada CIM apresentar\u00e1 o respectivo aviso de concurso ao SI2E, ser\u00e1 poss\u00edvel a esta empresa apresentar 2 candidaturas simult\u00e2nea a cada CIM<\/strong><\/p>\n<p>Na Portaria n.\u00ba 105\/207\/2017, de 10 de mar\u00e7o, define-se como crit\u00e9rios de elegibilidade dos benefici\u00e1rios (cf. art\u00ba 8\u00ba, n.\u00ba 1):<\/p>\n<p>\u201cf) N\u00e3o terem apresentado a mesma candidatura, no \u00e2mbito da qual ainda esteja a decorrer o processo de decis\u00e3o ou em que a decis\u00e3o sobre o pedido de financiamento tenha sido favor\u00e1vel, exceto nas situa\u00e7\u00f5es em que tenha sido apresentada desist\u00eancia;<\/p>\n<p>\u201cj) N\u00e3o terem opera\u00e7\u00f5es aprovadas no \u00e2mbito do SI2E, ao abrigo do mesmo fundo, que n\u00e3o se encontrem encerradas\u201d.<\/p>\n<p>Adicionalmente, no ponto relativo ao \u201cLimite ao n\u00famero de candidaturas\u201d os Avisos definem que ao abrigo de cada Aviso \u201ccada benefici\u00e1rio apenas poder\u00e1 apresentar uma candidatura, a qual pode integrar duas opera\u00e7\u00f5es relativas a cada um dos Fundos (FEDER e\/ou FSE)\u201d.<\/p>\n<p>Assim, conjugando as disposi\u00e7\u00f5es acima referidas, embora possa apresentar uma candidatura diferente a cada um dos Avisos, apenas poder\u00e1 ver aprovada uma segunda candidatura ao SI2E no \u00e2mbito do mesmo fundo (FSE ou FEDER), se a primeira candidatura tiver sido encerrada. Assim, num mesmo per\u00edodo, apenas poder\u00e1 ver aprovadas duas candidaturas (uma a cada Aviso), se cada uma delas estiver associada a fundos distintos.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A minha empresa vai realizar cinco anos a 26 de Setembro e portanto o que gostaria de saber \u00e9 se submeter a candidatura a 25 de Setembro ainda tenho a majora\u00e7\u00e3o ou se os cinco anos de exist\u00eancia s\u00e3o avaliados na data de aprova\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Para efeitos da atribui\u00e7\u00e3o de majora\u00e7\u00f5es, a aferi\u00e7\u00e3o do enquadramento das empresas nas al\u00edneas constantes do Artigo 6.\u00ba &#8211; Tipologias de opera\u00e7\u00e3o da Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o, ser\u00e1 feita por refer\u00eancia \u00e0 data de submiss\u00e3o da candidatura, nos seguintes termos:<\/p>\n<ol>\n<li>Cria\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas ou expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas criadas h\u00e1 menos de cinco anos;<\/li>\n<li>Expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas criadas h\u00e1 mais de cinco anos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma vez que a reda\u00e7\u00e3o deste artigo n\u00e3o clarifica em qual das al\u00edneas se classifica as empresas criadas h\u00e1 exatamente 5 anos, deve evitar apresentar a candidatura no dia em que se perfazem 5 anos exatos.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Despesas eleg\u00edveis (FEDER)&#8221; tab_id=&#8221;si2e-despesas-elegiveis-feder&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522950910759{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: Quando existem obras, aquando da candidatura j\u00e1 ter\u00e1 de haver aprova\u00e7\u00e3o\/licenciamento para as mesmas, ou basta haver solicita\u00e7\u00e3o\/entrega do processo nos Munic\u00edpios?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 data da apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura, o benefici\u00e1rio deve comprovar que o projeto de arquitetura foi submetido \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o da edilidade camar\u00e1ria competente. Esta aprova\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ocorrer num prazo m\u00e1ximo de 6 meses.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e0 data da apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura o benefici\u00e1rio, quando aplic\u00e1vel, deve comprovar que submeteu a comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via na edilidade camar\u00e1ria competente.<\/p>\n<p>Alerta-se para o facto de apenas serem eleg\u00edveis despesas realizadas ap\u00f3s a data da candidatura, conforme n\u00ba 3 do artigo 10\u00ba da Portaria SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Os consumos de \u00e1gua e eletricidade podem ser apoiados? Em que condi\u00e7\u00f5es \u00e9 que podem ser apoiados.<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o estabelecido na al\u00ednea j) i) do n.\u00ba 1 do artigo 10.\u00ba as despesas relativas aos consumos de \u00e1gua e eletricidade s\u00e3o eleg\u00edveis apenas no \u00e2mbito do arrendamento de espa\u00e7os em feiras e exposi\u00e7\u00f5es no estrangeiro.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Nos custos de funcionamento do stand est\u00e3o inclu\u00eddas, entre outras, despesas de representa\u00e7\u00e3o. Que despesas podem ser inclu\u00eddas nesta al\u00ednea iii?<\/strong><\/p>\n<p>Nas despesas de representa\u00e7\u00e3o podem ser inclu\u00eddas, nomeadamente, fornecimento de servi\u00e7os (consum\u00edveis, hospedeiras), publicidade espec\u00edfica para o evento (brochuras, publicidade em \u00f3rg\u00e3os de informa\u00e7\u00e3o, flyers), transporte de material\/mostru\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: o material circulante referido na al\u00ednea g) do artigo 10.\u00bainclui viaturas?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, inclui viaturas, desde que <strong>diretamente relacionadas <\/strong>com o exerc\u00edcio da atividade e que sejam <strong>imprescind\u00edveis<\/strong> \u00e0 execu\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Qual a diferencia\u00e7\u00e3o entre a al\u00ednea h) e f) do artigo 10.\u00ba? O que se entende por cada uma das despesas integradas nestas al\u00edneas?<\/strong><\/p>\n<p>A al\u00ednea f) refere-se a servi\u00e7os de arquitetura e engenharia relacionados com a execu\u00e7\u00e3o do projeto; a al\u00ednea h) refere-se aos projetos de arquitetura e engenharia propriamente ditos.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Para al\u00e9m da % do custo total eleg\u00edvel aprovada para as despesas com \u201cestudos, diagn\u00f3sticos, auditorias, planos de marketing e projetos de arquitetura e de engenharia essenciais ao projeto de investimento\u201d, a definir nos avisos, tamb\u00e9m se encontra contemplada (\u00e0 semelhan\u00e7a do que acontece noutras medidas de financiamento a projetos) o per\u00edodo temporal de elegibilidade das mesmas, por ex. \u201c\u2026se realizadas at\u00e9 seis meses antes da data de apresenta\u00e7\u00e3o da candidatura\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>A Portaria n\u00e3o estabelece qualquer restri\u00e7\u00e3o, devendo as despesas inserir-se no per\u00edodo de dura\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o definido em candidatura.<\/p>\n<p>Alerta-se para o facto de apenas serem eleg\u00edveis despesas realizadas ap\u00f3s a data da candidatura, conforme n\u00ba 3 do artigo 10\u00ba da Portaria SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Os custos com elabora\u00e7\u00e3o da candidatura e acompanhamento do processo (dossier, pedidos de pagamento, etc.) s\u00e3o eleg\u00edveis desde que n\u00e3o estejam expressos em percentagem?<\/strong><\/p>\n<p>Esta tipologia de despesas n\u00e3o consta do artigo 10.\u00ba, pelo que n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quais os territ\u00f3rios considerados de baixa densidade?<\/strong><\/p>\n<p>Os territ\u00f3rios de baixa densidade est\u00e3o definidos na Delibera\u00e7\u00e3o da CIC Portugal 2020 n.\u00ba 55\/2015 de 1 de julho.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Sou propriet\u00e1rio de um terreno que quero explorar para efeitos de turismo. O terreno n\u00e3o tem qualquer constru\u00e7\u00e3o, pelo que pretendo adquirir bungalows j\u00e1 constru\u00eddos (do g\u00e9nero produto final) para instalar no local. Para efeitos de elegibilidade de despesa, como se classificam os bungalows? Equipamento (eleg\u00edvel), ou constru\u00e7\u00e3o (n\u00e3o-eleg\u00edvel)?<\/strong><\/p>\n<p>A elegibilidade das obras no \u00e2mbito dos projetos a financiar pelo SI2E dever\u00e1 ter em conta o definido no art\u00ba 10\u00ba, n\u00ba 1, al\u00ednea i) da Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o e o esclarecimento referido na Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica n.\u00ba 12\/2017 (Ponto \u201cDespesas eleg\u00edveis FEDER\u201d). Assim, \u00e0 luz do definido, a constru\u00e7\u00e3o de raiz n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel, apenas podendo ser apoiadas obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para efeito da identifica\u00e7\u00e3o da natureza das obras eleg\u00edveis e dos procedimentos de licenciamento a respeitar, se respeitados os demais requisitos definidos na Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o e na OT n.\u00ba 12\/2017, a Autoridade de Gest\u00e3o e as entidades gestoras considerar\u00e3o o enquadramento normativo aplic\u00e1vel (legisla\u00e7\u00e3o nacional sobre edifica\u00e7\u00f5es e regulamentos camar\u00e1rios espec\u00edficos), nos termos a validar junto da C\u00e2mara Municipal da \u00e1rea em que se realizar\u00e1 o projeto.<\/p>\n<p>Em regra, os bungalows\/pavilh\u00f5es, casas de madeira s\u00e3o considerados constru\u00e7\u00f5es de raiz. Contudo, o tipo de interven\u00e7\u00e3o a considerar para efeitos do financiamento, em \u00faltima inst\u00e2ncia, deve estar conforme o indicado pelo benefici\u00e1rio no requerimento\/informa\u00e7\u00e3o apresentado nos servi\u00e7os competentes da C\u00e2mara Municipal (amplia\u00e7\u00e3o, reabilita\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o nova \u2026).<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Na portaria n\u00ba105\/2017 de 10 de mar\u00e7o, no artigo 10, n\u00ba1 al\u00ednea i), diz que s\u00e3o consideradas \u00a0despesas\u00a0eleg\u00edveis\u00a0obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o, desde que (&#8230;) sujeitas a limita\u00e7\u00f5es em mat\u00e9ria de propor\u00e7\u00e3o do investimento total a definir nos avisos de abertura de candidaturas. Assim, pergunto:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1) Desde que o valor das obras esteja de acordo com a propor\u00e7\u00e3o do\u00a0investimento total a definir nos avisos de abertura de candidaturas, serve qualquer tipo de obra?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>2) O que se entende por obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>3) Uma instala\u00e7\u00e3o el\u00e9ctrica e\/ou a coloca\u00e7\u00e3o de vidros, s\u00e3o consideradas obras?<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a al\u00ednea i) do artigo 10\u00ba da Portaria 105\/2017 de 10 de mar\u00e7o, s\u00e3o eleg\u00edveis as obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o. Conforme a Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica n\u00ba12 as obras de remodela\u00e7\u00e3o podem implicar amplia\u00e7\u00e3o, se dentro do contexto de expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o empresarial proposto ou se determinantes para o projeto de cria\u00e7\u00e3o quando recaia sobre um espa\u00e7o j\u00e1 existente, cabendo ao promotor justificar esta liga\u00e7\u00e3o ao projeto.<\/p>\n<p>Para efeito da identifica\u00e7\u00e3o da natureza das obras eleg\u00edveis e dos procedimentos de licenciamento a respeitar, se respeitados os demais requisitos definidos na Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o e na OT n.\u00ba 12\/2017, a Autoridade de Gest\u00e3o e as entidades gestoras considerar\u00e3o o enquadramento normativo aplic\u00e1vel (legisla\u00e7\u00e3o nacional sobre edifica\u00e7\u00f5es e regulamentos camar\u00e1rios espec\u00edficos), nos termos a validar junto da C\u00e2mara Municipal da \u00e1rea em que se realizar\u00e1 o projeto. Os benefici\u00e1rios dever\u00e3o pois dirigir-se aos servi\u00e7os competentes da respetiva C\u00e2mara Municipal, de modo a confirmar se as interven\u00e7\u00f5es a realizar poder\u00e3o ser consideradas a t\u00edtulo de \u201cremodela\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o\u201d. Relembramos que a constru\u00e7\u00e3o de raiz n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito do SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Temos um projecto de turismo que consiste na recupera\u00e7\u00e3o de uma casa antiga, que para al\u00e9m da das obras de recupera\u00e7\u00e3o da casa pretende investir em equipamentos atractivos para actividade. Assim gostar\u00edamos que nos esclarecessem se piscina e arranjos exteriores (jardins e espa\u00e7os de lazer) s\u00e3o considerados obras (para o c\u00e1lculo da % limite do investimento em obras).<\/strong><\/p>\n<p>Piscina &#8211; De acordo com a al\u00ednea i) do artigo 10\u00ba da Portaria 105\/2017 de 10 de mar\u00e7o, s\u00e3o eleg\u00edveis as obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o. Conforme a Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica n\u00ba12 as obras de remodela\u00e7\u00e3o podem implicar amplia\u00e7\u00e3o, se dentro do contexto de expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o empresarial proposto ou se determinantes para o projeto de cria\u00e7\u00e3o quando recaia sobre um espa\u00e7o j\u00e1 existente, cabendo ao promotor justificar esta liga\u00e7\u00e3o ao projeto. Para efeito da identifica\u00e7\u00e3o da natureza das obras eleg\u00edveis e dos procedimentos de licenciamento a respeitar, se respeitados os demais requisitos definidos na Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o e na OT n.\u00ba 12\/2017, a Autoridade de Gest\u00e3o e as entidades gestoras considerar\u00e3o o enquadramento normativo aplic\u00e1vel (legisla\u00e7\u00e3o nacional sobre edifica\u00e7\u00f5es e regulamentos camar\u00e1rios espec\u00edficos), nos termos a validar junto da C\u00e2mara Municipal da \u00e1rea em que se realizar\u00e1 o projeto. Os benefici\u00e1rios dever\u00e3o pois dirigir-se aos servi\u00e7os competentes da respetiva C\u00e2mara Municipal, de modo a confirmar se as interven\u00e7\u00f5es a realizar poder\u00e3o ser consideradas a t\u00edtulo de \u201cremodela\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o\u201d. Relembramos que a constru\u00e7\u00e3o de raiz n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito do SI2E.<\/p>\n<p>Arranjos Exteriores &#8211; A al\u00ednea i) do n.\u00ba 1 do art.\u00ba 10.\u00ba A Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o, \u00a0prev\u00ea como despesas eleg\u00edveis \u201c Obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o, desde que contratadas a terceiros n\u00e3o relacionados com o adquirente benefici\u00e1rio dos apoios, indispens\u00e1veis \u00e0 concretiza\u00e7\u00e3o do investimento sujeitas a limita\u00e7\u00f5es em mat\u00e9ria de propor\u00e7\u00e3o do investimento total a definir nos avisos de abertura de candidaturas\u201d. Neste \u00e2mbito, poder\u00e3o ser consideradas eleg\u00edveis despesas relativas a arranjos exteriores de obras que cumpram os requisitos a\u00ed enunciados, se realizados no espa\u00e7o anexo ao im\u00f3vel intervencionado que constitui o seu logradouro.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Tenho um terreno com uma estrutura j\u00e1 degradada; esta estrutura \u00e9 composta por uma parede e ch\u00e3o cimentado; a realiza\u00e7\u00e3o de obras neste local recai como constru\u00e7\u00e3o n\u00e3o eleg\u00edvel, ou \u00e9 interpretada como reabilita\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o existente?<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a al\u00ednea i) do artigo 10\u00ba da Portaria 105\/2017 de 10 de mar\u00e7o, s\u00e3o eleg\u00edveis as obras de remodela\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o. Conforme a Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica n\u00ba12 as obras de remodela\u00e7\u00e3o podem implicar amplia\u00e7\u00e3o, se dentro do contexto de expans\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o empresarial proposto ou se determinantes para o projeto de cria\u00e7\u00e3o quando recaia sobre um espa\u00e7o j\u00e1 existente, cabendo ao promotor justificar esta liga\u00e7\u00e3o ao projeto.<\/p>\n<p>Para efeito da identifica\u00e7\u00e3o da natureza das obras eleg\u00edveis e dos procedimentos de licenciamento a respeitar, se respeitados os demais requisitos definidos na Portaria n.\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o e na OT n.\u00ba 12\/2017, a Autoridade de Gest\u00e3o e as entidades gestoras considerar\u00e3o o enquadramento normativo aplic\u00e1vel (legisla\u00e7\u00e3o nacional sobre edifica\u00e7\u00f5es e regulamentos camar\u00e1rios espec\u00edficos), nos termos a validar junto da C\u00e2mara Municipal da \u00e1rea em que se realizar\u00e1 o projeto. Os benefici\u00e1rios dever\u00e3o pois dirigir-se aos servi\u00e7os competentes da respetiva C\u00e2mara Municipal, de modo a confirmar se as interven\u00e7\u00f5es a realizar poder\u00e3o ser consideradas a t\u00edtulo de \u201cremodela\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o\u201d. Relembramos que a constru\u00e7\u00e3o de raiz n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel no \u00e2mbito do SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Uma empresa foi alvo de um processo de diagn\u00f3stico e prototipagem (estudo pr\u00e9vio de incorpora\u00e7\u00e3o de software tecnol\u00f3gico) para incorrer em adapta\u00e7\u00f5es (processo de fabrico mec\u00e2nico) que permitir\u00e3o novas funcionalidades ao equipamento. O projeto envolve estudo de prototipagem, envolve a produ\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as para adaptar ao equipamento e servir\u00e1 para modernizar a empresa e criar um posto trabalho. Os investimentos com o desenvolvimento dos prot\u00f3tipos e dos moldes, configuram despesas eleg\u00edveis?<\/strong><\/p>\n<p>Considerando a orienta\u00e7\u00e3o da ADC no sentido de que apenas se devem considerar eleg\u00edveis as despesas que sejam expressamente identificadas no art.\u00ba 10.\u00ba da Portaria n.\u00ba 105\/2017, entendemos que as despesas em causa n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Despesas eleg\u00edveis (FSE)&#8221; tab_id=&#8221;si2e-despesas-elegiveis-fse&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522951004069{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: O posto de trabalho do empres\u00e1rio em nome individual \u00e9 considerado eleg\u00edvel?<\/strong><\/p>\n<p>Sim. O artigo 10.\u00ba, n.\u00ba 2 prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego.<strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O posto de trabalho pode ser preenchido por familiares em 1\u00ba grau (pais, filhos ou c\u00f4njuges)?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, considerando o conceito de empresa previsto na al\u00ednea e) do artigo 2.\u00ba do SI2E.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O gerente de uma empresa \u00e9 eleg\u00edvel para efeitos de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, \u00e9 eleg\u00edvel. O artigo 10.\u00ba, n.\u00ba 2 prev\u00ea a elegibilidade da cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Como fazer nos casos de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego em que o gerente tenha de efetuar descontos para a Seguran\u00e7a Social assim que constitua a sociedade?<\/strong><\/p>\n<p>S\u00f3 \u00e9 considerada eleg\u00edvel a despesa relevada ap\u00f3s a submiss\u00e3o da candidatura, conforme prescreve o n.\u00ba 3 do artigo 10.\u00ba do SI2E. No entanto, sublinha-se que apenas s\u00e3o eleg\u00edveis as despesas com remunera\u00e7\u00f5es relativas a postos de trabalho criados e n\u00e3o as correspondentes contribui\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>No caso da ger\u00eancia, ter\u00e1 que ser remunerada.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quais s\u00e3o os requisitos associados aos postos de trabalho criados para efeitos de cria\u00e7\u00e3o de emprego, por forma a reunir condi\u00e7\u00f5es para concess\u00e3o de apoio na componente FSE ao abrigo do RE SI2E?<\/strong><\/p>\n<p>Para que os postos de trabalho criados possam beneficiar de apoio \u00e9 necess\u00e1rio que os mesmos re\u00fanam pelo menos uma das seguintes condi\u00e7\u00f5es: tratar-se da cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, tratar-se da cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho de desempregado inscrito h\u00e1 mais de 6 meses no IEFP, I.P. (incluindo desempregados de longa dura\u00e7\u00e3o) ou tratar-se da cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho de jovem at\u00e9 30 anos inscrito como desempregado no IEFP, I.P. h\u00e1 pelo menos 2 meses e \u00e0 procura do primeiro emprego.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, com exce\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, as rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas t\u00eam de corresponder a um contrato de trabalho sem termo ou com termo. Neste \u00faltimo caso s\u00f3 s\u00e3o eleg\u00edveis despesas para contratos com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 12 meses.<\/p>\n<p><strong>Enquadramento legal<\/strong>: n.\u00ba 2 do artigo 10.\u00ba conjugado com o n.\u00ba 3 do artigo 13.\u00ba do SI2E<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Para efeitos de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, na componente FSE, o benefici\u00e1rio tem que estar desempregado?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 requisito de acesso ao SI2E, na modalidade de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, o candidato encontrar-se em situa\u00e7\u00e3o de desemprego.<\/p>\n<p><strong>Enquadramento legal<\/strong>: n.\u00ba 2 do artigo 10.\u00ba do SI2E<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Que evid\u00eancias devem ser apresentadas para comprovar a situa\u00e7\u00e3o face ao emprego dos postos de trabalho a criar?<\/strong><\/p>\n<p>As declara\u00e7\u00f5es competentes a emitir pelo Centro de Emprego.<\/p>\n<p>De acordo com o n\u00ba 4 do artigo 16\u00ba da Portaria SI2E a confirma\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o de desemprego prevista no n.\u00ba 2 do artigo 10.\u00ba \u00e9 assegurada pelo IEFP, I. P., segundo procedimentos a definir em Orienta\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Se um ou mais desempregados pretenderem constituir uma sociedade poder\u00e3o ser considerados como \u201ccria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, poder\u00e3o ser considerados para efeitos de cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, pese embora a situa\u00e7\u00e3o de desempregados n\u00e3o seja exig\u00edvel como o \u00e9 para a cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: No caso de o projeto n\u00e3o ser aprovado, a pessoa em situa\u00e7\u00e3o de desemprego que submeteu a candidatura mant\u00e9m o estatuto de desempregado, com os benef\u00edcios que tinha antes da candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>O desempregado pode interromper\/suspender os benef\u00edcios, voltando, com a altera\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias, a beneficiar dos mesmos. Esta mat\u00e9ria releva da legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel aos desempregados benefici\u00e1rios de subs\u00eddio de desemprego, pelo que esta dever\u00e1 ser articulada com os servi\u00e7os competentes do IEFP, I.P. e da Seguran\u00e7a Social.<\/p>\n<p><strong>Para mais informa\u00e7\u00e3o<\/strong>: <a href=\"https:\/\/www.iefp.pt\/subsidio-desemprego\">https:\/\/www.iefp.pt\/subsidio-desemprego<\/a><\/p>\n<p><strong>Em que medida se pode acumular os apoios decorrentes da antecipa\u00e7\u00e3o do subs\u00eddio de desemprego com o acesso ao SI2E? Esse montante pode ser investido como capital pr\u00f3prio no projeto ou \u00e9 considerado uma situa\u00e7\u00e3o de cumula\u00e7\u00e3o de incentivos?<\/strong><\/p>\n<p>O mesmo posto de trabalho n\u00e3o pode beneficiar de duas fontes de apoio diretas, pelo que um desempregado que tenha beneficiado da antecipa\u00e7\u00e3o das presta\u00e7\u00f5es de desemprego na cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio posto de trabalho, n\u00e3o pode beneficiar do apoio na componente FSE para este mesmo posto de trabalho.<\/p>\n<p>Caso o promotor recorra ao fundo FEDER sem a componente FSE, poder\u00e1 recorrer a outros instrumentos de pol\u00edtica p\u00fablica de apoio ao emprego.<\/p>\n<p><strong>Enquadramento legal<\/strong>: Artigo 14.\u00ba do SI2E<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Para os postos de trabalho criados com termo \u00e9 atribu\u00edda uma majora\u00e7\u00e3o no caso de convers\u00e3o do contrato de trabalho a termo certo em contrato de trabalho sem termo. Em que momento \u00e9 considerada esta possibilidade de convers\u00e3o? Em que situa\u00e7\u00f5es \u00e9 que se aplica?<\/strong><\/p>\n<p>O benefici\u00e1rio deve acionar junto da entidade gestora o n.\u00ba 4 do artigo 13.\u00ba do SI2E, que prev\u00ea a possibilidade de convers\u00e3o do contrato de trabalho a termo certo em contrato de trabalho sem termo, ou seja, em contrato por tempo indeterminado. Em caso de convers\u00e3o, o apoio consiste num valor correspondente a duas vezes as suas retribui\u00e7\u00f5es base mensais, at\u00e9 ao limite de cinco vezes o \u00cdndice de Apoios Sociais (IAS) \u2013 419,22\u20ac\/IAS. Este pedido de majora\u00e7\u00e3o ocorre no momento em que se operar tal convers\u00e3o, o que dever\u00e1 ocorrer antes do encerramento do projeto, submetendo para o efeito, um pedido de altera\u00e7\u00f5es \u00e0 opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O SIALM (QREN) previa \u201c Os s\u00f3cios e gerentes, bem como trabalhadores de outras empresas do grupo contratados pelo benefici\u00e1rio n\u00e3o s\u00e3o contabilizados para efeitos de aferi\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho.\u201d Dever\u00e1 clarificar-se se esta \u00faltima condi\u00e7\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel a situa\u00e7\u00f5es de \u201ccria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego\u201d\/empreendedorismo.<\/strong><\/p>\n<p>A portaria SI2E tende a mitigar essas situa\u00e7\u00f5es, na medida em que, ao n\u00edvel da despesa, apenas s\u00e3o eleg\u00edveis a cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, que ter\u00e1 que ser remunerado, e a contrata\u00e7\u00e3o de desempregados, no que respeita aos postos de trabalho.<\/p>\n<p>As situa\u00e7\u00f5es de transpar\u00eancia de acesso aos fundos deve ser acautelada em sede de an\u00e1lise e acompanhamento.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: A Portaria n.\u00ba 105\/2017, nomeadamente no seu artigo 6.\u00ba al\u00ednea a), em que se refere que s\u00e3o passiveis de financiamento a \u201ccria\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas\u201d, para ser considerada cria\u00e7\u00e3o quando \u00e9 que se pode dar a mesma? Isto porque no artigo 8.\u00ba, n.\u00ba 1 alinea a) da mesma portaria refere que os benefici\u00e1rios t\u00eam de estar legalmente constitu\u00eddos. Ora se tem de estar legalmente constitu\u00eddos \u00e0 data de candidatura, considera-se \u201ccria\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas\u201d (conf. artigo 6.\u00ba al\u00ednea a)) empresas criadas no ano de 2017?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Outra quest\u00e3o que vai de encontro com a anterior diz respeito ao artigo 10.\u00ba, n.\u00ba 2 al\u00ednea a) da supra referida portaria, em que refere que s\u00e3o eleg\u00edveis as despesas com remunera\u00e7\u00f5es da cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego, e n.\u00ba 3 do mesmo artigo, diz que s\u00e3o apenas eleg\u00edveis as despesas realizadas ap\u00f3s a data de candidatura. Imagine-se o seguinte exemplo, um desempregado que decide criar o seu pr\u00f3prio emprego, para ter apoios no \u00e2mbito do SI2E tem de ter a empresa legalmente constitu\u00edda, e ao constituir a empresa por ser desempregado ter\u00e1 for\u00e7osamente de criar o seu pr\u00f3prio emprego. Assim, dado que come\u00e7ar\u00e1 for\u00e7osamente a ser remunerado aquando a constitui\u00e7\u00e3o da empresa, estas remunera\u00e7\u00f5es perdem apoio por serem anteriores \u00e0 data de candidatura? Em caso afirmativo, as remunera\u00e7\u00f5es seguintes \u00e0 submiss\u00e3o da candidatura s\u00e3o apoiadas?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 que distinguir a cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego, enquanto condi\u00e7\u00e3o de elegibilidade das opera\u00e7\u00f5es (aplic\u00e1vel tanto a opera\u00e7\u00f5es FEDER como FSE) e a elegibilidade das despesas na vertente FSE.<\/p>\n<p>A verifica\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego (condi\u00e7\u00e3o de elegibilidade) \u00e9 feita nos termos da metodologia descrita no Anexo \u00e0 OT n\u00ba 12\/2017. Em s\u00edntese:<\/p>\n<ol>\n<li>a) a Cria\u00e7\u00e3o L\u00edquida de Postos de Trabalho \u00e9 aferida pelo aumento do n\u00famero de trabalhadores diretamente empregados na empresa, calculado pela diferen\u00e7a entre a m\u00e9dia mensal do ano de refer\u00eancia e a media mensal do ano pr\u00e9-projeto;<\/li>\n<li>b) o ano pr\u00e9-projeto reporta ao ano civil anterior ao da submiss\u00e3o da candidatura;<\/li>\n<li>c) o ano de refer\u00eancia reporta ao ano da conclus\u00e3o do projeto, conforme estabelecido na al\u00ednea c) do n\u00ba 2 da Portaria n\u00ba 105\/2017, de 10 de mar\u00e7o: data da emiss\u00e3o da \u00faltima fatura ou documento equivalente \u2013 FEDER \u2013 ou data do cronograma aprovado para a realiza\u00e7\u00e3o da \u00faltima a\u00e7\u00e3o \u2013 FSE;<\/li>\n<li>d) a cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego\u00a0 tem de ocorrer antes da submiss\u00e3o da candidatura, pela necessidade de cumprimento da condi\u00e7\u00e3o de elegibilidade do benefici\u00e1rio (empresa legalmente constitu\u00edda); \u00e9 contabilizada para efeitos da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de postos de trabalho, n\u00e3o obstante a despesa referente \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego apenas ser eleg\u00edvel ap\u00f3s a data da candidatura.<\/li>\n<\/ol>\n<p>No que respeita \u00e0s despesas FSE eleg\u00edveis, apenas s\u00e3o consideradas as previstas no n\u00ba 2 do art\u00ba 10\u00ba:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego;<\/li>\n<li>b) Cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho para desempregados inscritos h\u00e1 mais de 6 meses no Instituto do Emprego e Forma\u00e7\u00e3o Profissional, I. P. (IEFP, I. P.), incluindo desempregados de longa e muito longa dura\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>c) Cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho para jovens at\u00e9 30 anos \u00e0 procura do primeiro emprego inscritos no IEFP, I. P., como desempregados h\u00e1 pelo menos 2 meses.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Assim, na situa\u00e7\u00e3o em apre\u00e7o, estas remunera\u00e7\u00f5es do ENI que cria o seu pr\u00f3prio posto de trabalho apenas s\u00e3o eleg\u00edveis ap\u00f3s a data de submiss\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o, caso a candidatura venha a ser aprovada.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Uma empresa vai ser criada de raiz, estando prevista a sua constitui\u00e7\u00e3o durante a pr\u00f3xima semana. Os futuros s\u00f3cios est\u00e3o atualmente no ativo. A empresa em quest\u00e3o vai fazer investimentos em m\u00e1quinas, equipamentos e outros. A empresa vai tamb\u00e9m contratar, pelo menos, 3 pessoas inscritas como desempregadas no IEFP. No aviso \u00e9 indicado \u201cObjetivo espec\u00edfico no \u00e2mbito das PI 8.3 e 8.8 &#8211; Incentivar a cria\u00e7\u00e3o de emprego por conta pr\u00f3pria e de empresas por des\u00adempregados e outras pessoas desfavorecid\u00adas ou inativas\u201d. Assim, o facto dos futuros s\u00f3cios estarem atualmente no ativo \u00e9 fa\u00adtor de impedimento de candidaturas aos apoios do FEDER e FSE?<\/strong><\/p>\n<p>No SI2E h\u00e1 a obrigatoriedade da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego, quer seja atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de emprego dos s\u00f3cios (caso sejam remunerados), quer seja atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho para funcion\u00e1rios da empresa.<\/p>\n<p>O n\u00ba 2 do artigo 10\u00aa da Portaria 105\/2017 de 10 de mar\u00e7o, prev\u00ea 3 situa\u00e7\u00f5es na cria\u00e7\u00e3o de emprego: a) Cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego \u00a0&#8211; \u00a0neste ponto enquadram-se os s\u00f3cios caso sejam remunerados independentemente de estarem no ativo ou n\u00e3o num per\u00edodo anterior \u00e0 candidatura (n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio estarem desempregados); b) e c) \u2013 os postos de trabalho a criar relativamente a funcion\u00e1rios da empresa ter\u00e3o que estar obrigatoriamente enquadrados nestas duas al\u00edneas.<\/p>\n<p>Resumidamente, uma candidatura pode apresentar apenas postos de trabalho enquadrados na al\u00ednea b) e c), n\u00e3o havendo cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho dos s\u00f3cios, por outro lado pode a cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho apenas contemplar a al\u00ednea a), \u00a0ou seja, apenas a cria\u00e7\u00e3o do posto de trabalho dos s\u00f3cios (n\u00e3o necessitando estes de estarem numa situa\u00e7\u00e3o de desemprego).[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Regras de pagamento dos apoios&#8221; tab_id=&#8221;si2e-regras-pagamento-dos-apoios&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522951059054{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: Existe a possibilidade de solicitar adiantamentos?<\/strong><\/p>\n<p>Aplicam-se as regras relativas a cada Fundo, em fun\u00e7\u00e3o da componente de apoio de acordo com as regras definidas no Decreto-Lei n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro, na sua atual reda\u00e7\u00e3o, n\u00e3o constituindo nenhuma especificidade decorrente do RE SI2E.<\/p>\n<p>No caso do FSE, aplicam-se as regras constantes dos n.\u00bas 6 e 7 do artigo 25.\u00ba do referido diploma que prev\u00ea um adiantamento de 15 % do valor aprovado para essa componente FSE ou, no caso de candidatura plurianual, do valor aprovado para cada ano.<\/p>\n<p>No caso do FEDER, na aus\u00eancia de norma de pagamento espec\u00edfica, aplica-se o disposto no artigo 25.\u00ba do DL n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quantos pedidos de pagamento se podem solicitar por candidatura?<\/strong><\/p>\n<p>Aplicam-se as regras espec\u00edficas de cada Fundo em fun\u00e7\u00e3o da componente de apoio considerada, de acordo com o definido no Decreto-Lei n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro, na sua atual reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No caso do FSE, aplicam-se as regras constantes dos n.\u00bas 6 e 7 do artigo 25.\u00ba do referido diploma, pelo que, al\u00e9m de um adiantamento de 15 % do valor aprovado para a componente FSE ou, no caso de candidatura plurianual, do valor aprovado para cada ano, o benefici\u00e1rio pode submeter os reembolsos que entender justificados no decurso da opera\u00e7\u00e3o, com uma periodicidade m\u00ednima bimestral, em cumprimento do disposto do n.\u00ba 3 do artigo 12.\u00ba do Regulamento Espec\u00edfico do dom\u00ednio da Inclus\u00e3o Social e Emprego, aprovado pela Portaria 97-A\/2015, de 30 de mar\u00e7o, alterada pelas Portarias n.\u00ba 181-C\/2015, de 19 de junho, e n.\u00ba 265\/2016, de 13 de outubro (REISE).<\/p>\n<p>No caso do FEDER, na aus\u00eancia de norma de pagamento espec\u00edfica, aplica-se o disposto no artigo 25.\u00ba do DL n.\u00ba 159\/2014, de 27 de outubro.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: O pagamento FSE \u00e9 efetuado de uma s\u00f3 vez com a evid\u00eancia da cria\u00e7\u00e3o do posto de trabalho?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o, ser\u00e1 efetuado na base das despesas efetuadas e pagas, conforme n\u00ba 6 do artigo 25\u00ba do Decreto-Lei 159\/2014.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Obriga\u00e7\u00f5es dos benefici\u00e1rios&#8221; tab_id=&#8221;si2e-obrigacoes-dos-beneficiarios&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522951152389{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: As al\u00edneas c) e g) do artigo 19.\u00ba estabelecem respetivamente o seguinte: \u201cN\u00e3o afetar a outras finalidades, locar, alienar ou por qualquer outro modo onerar, os bens e servi\u00e7os adquiridos no \u00e2mbito dos projetos apoiados, sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o da entidade competente para a decis\u00e3o, no prazo de tr\u00eas anos ap\u00f3s a conclus\u00e3o do projeto\u201d e \u201cManter o investimento afeto \u00e0 respetiva atividade e na localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica definida na opera\u00e7\u00e3o nos tr\u00eas anos seguintes ao pedido de pagamento final.\u201d <\/strong><\/p>\n<p><strong>Estes prazos n\u00e3o deviam ser uniformes e atender ao que est\u00e1 na al\u00ednea c) do artigo 2\u00ba \u201cData de conclus\u00e3o do projeto ou da opera\u00e7\u00e3o\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>Devem ser cumpridos os prazos distintos estabelecidos nas al\u00edneas c) e g) do artigo 19.\u00ba da Portaria n.\u00ba 105\/2017.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Quais s\u00e3o as obriga\u00e7\u00f5es em termos de postos de trabalho?<\/strong><\/p>\n<p>Contratos com termo<\/p>\n<ul class=\"lista-geral\">\n<li>Per\u00edodo base m\u00e1ximo de apoio: 3 meses<\/li>\n<li>Dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima do contrato: 12 meses<\/li>\n<li>Majora\u00e7\u00f5es do per\u00edodo base: 3 meses, por cada uma das seguintes situa\u00e7\u00f5es: i) Projetos localizados em territ\u00f3rios de baixa densidade; ii) Projetos de cria\u00e7\u00e3o de empresas previstos na al\u00ednea a) do artigo 6.\u00ba; iii) Para trabalhadores do g\u00e9nero sub-representado ou para trabalhadores qualificados nos termos definidos nas al\u00edneas g) e m) do artigo 2.\u00ba.<\/li>\n<li>Per\u00edodo m\u00e1ximo de apoio com majora\u00e7\u00f5es: 3 + 9 meses<\/li>\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho e da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego: Desde o in\u00edcio da vig\u00eancia do contrato e pelo per\u00edodo da dura\u00e7\u00e3o do mesmo (m\u00ednimo 12 meses)<\/li>\n<li>Outras majora\u00e7\u00f5es: 2* retribui\u00e7\u00e3o base mensal (\u2264 5* IAS), se contrato com termo passar a contrato sem termo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Contratos sem termo ou cria\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio emprego<\/p>\n<ul class=\"lista-geral\">\n<li>Per\u00edodo base m\u00e1ximo de apoio: 9 meses<\/li>\n<li>Dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima do contrato: n\u00e3o se aplica (sem termo)<\/li>\n<li>Majora\u00e7\u00f5es do per\u00edodo base: 3 meses, por cada uma das seguintes situa\u00e7\u00f5es: i) Projetos localizados em territ\u00f3rios de baixa densidade; ii) Projetos de cria\u00e7\u00e3o de empresas previstos na al\u00ednea a) do artigo 6.\u00ba; iii) Para trabalhadores do g\u00e9nero sub-representado ou para trabalhadores qualificados nos termos definidos nas al\u00edneas g) e m) do artigo 2.\u00ba.<\/li>\n<li>Per\u00edodo m\u00e1ximo de apoio com majora\u00e7\u00f5es: 9 + 9 meses<\/li>\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho e da cria\u00e7\u00e3o l\u00edquida de emprego: Desde o in\u00edcio da vig\u00eancia do contrato e pelo per\u00edodo de 24 meses.<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Procedimentos em fase de candidatura&#8221; tab_id=&#8221;si2e-procedimentos-em-fase-de-candidatura&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1522951321775{padding-top: 15px !important;padding-bottom: 15px !important;}&#8221;]<strong>Quest\u00e3o: Uma empresa vai expandir a sua zona de produ\u00e7\u00e3o, fazendo obras e altera\u00e7\u00f5es de layout dentro das actuais instala\u00e7\u00f5es \u2013 sem expans\u00e3o f\u00edsica do edif\u00edcio onde est\u00e1 a laborar. Uma vez que s\u00e3o apenas obras interiores h\u00e1 necessidade de apresentar licenciamento?<\/strong><\/p>\n<p>Consoante a situa\u00e7\u00e3o em causa, dever\u00e1 apresentar:<\/p>\n<ul class=\"lista-geral\">\n<li>Documento que ateste ter efetuado a Comunica\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via da obra (se aplic\u00e1vel);<\/li>\n<li>Documento dos servi\u00e7os que ateste que a obra n\u00e3o est\u00e1 sujeita a licenciamento ou comunica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Quest\u00e3o: Um dos documentos necess\u00e1rios apresentar em candidatura \u00e9 a \u201cVerifica\u00e7\u00e3o do cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o ambiental em projeto cofinanciados\u201d. \u00c9 aplic\u00e1vel num projecto de expans\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es, aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos e contrata\u00e7\u00e3o de 2 t\u00e9cnicos qualificados?<\/strong><\/p>\n<p>Este documento dever\u00e1 ser apresentado por todos os projetos. Dependendo do tipo de atividade em causa, os itens que nela constam poder\u00e3o ou n\u00e3o ser aplic\u00e1veis, seja no \u00e2mbito do licenciamento da atividade (ex.: alguns dos itens podem constituir obriga\u00e7\u00f5es quando estejam em causa res\u00edduos perigosos), seja da realiza\u00e7\u00e3o de obras (res\u00edduos da obra).[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row gap=&#8221;35&#8243; css=&#8221;.vc_custom_titulo{margin-top: 0px !important;border-top-width: 0px !important;padding-top: 0px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_titulo_sidebar{margin-top: 0px !important;border-top-width: 0px !important;padding-top: 0px !important;}&#8221;][vc_custom_heading source=&#8221;post_title&#8221; font_container=&#8221;tag:h1|font_size:30|text_align:left|color:%23000000&#8243; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1523027511548{margin-top: &hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":77462,"parent":79015,"menu_order":14,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-left-sidebar.php","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-79446","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","categories-candidaturas","categories-incentivos-financeiros","categories-norte2020","categories-pdr2020"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Perguntas Frequentes - Ader-Sousa<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/old.adersousa.pt\/dlbc-rural\/candidaturas\/perguntas-frequentes\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Perguntas Frequentes - Ader-Sousa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[vc_row gap=&#8221;35&#8243; 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